Sindeprestem firma parceria com a ADVB

Unindo forças para ampliar o diálogo entre o setor produtivo e as lideranças empresariais do país. O Sindeprestem agora integra a ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, fortalecendo sua atuação institucional e ampliando as oportunidades de relacionamento estratégico para o setor de serviços. A parceria proporciona acesso a eventos exclusivos, missões empresariais, encontros com lideranças públicas e empresariais, além de iniciativas voltadas à capacitação e ao desenvolvimento profissional. Mais um passo importante na construção de um ambiente de negócios cada vez mais conectado, inovador e representativo. Seguimos ampliando pontes, fortalecendo parcerias e trabalhando pelo desenvolvimento do setor.

Sindeprestem apresenta propostas à Prefeitura de São Paulo para combater licitações com preços inexequíveis

Presidente Vander Morales levou à Secretaria Municipal de Gestão sugestões para evitar contratos com valores abaixo do mercado e proteger trabalhadores e a continuidade dos serviços. O presidente do Sindeprestem, Vander Morales, apresentou à secretária municipal de Gestão de São Paulo, Marcela Arruda, propostas para enfrentar um problema recorrente em licitações: a apresentação de preços muito abaixo dos praticados no mercado. Segundo a entidade, empresas que vencem licitações com valores muito inferiores à média muitas vezes enfrentam dificuldades para cumprir o contrato, principalmente quando surgem obrigações trabalhistas como férias e 13º salário. Em alguns casos, isso leva ao encerramento das atividades ou ao abandono do serviço, prejudicando trabalhadores e a continuidade dos contratos públicos. Entre as sugestões apresentadas está o fortalecimento da atuação dos pregoeiros para que possam desclassificar propostas consideradas inexequíveis. O Sindeprestem também propôs a exigência de uma carta de filiação da empresa licitante à entidade sindical correspondente, permitindo verificar o enquadramento sindical e o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho. De acordo com o sindicato, as medidas ajudariam a garantir condições mais equilibradas entre as empresas participantes e contribuir para licitações mais justas e sustentáveis. Participaram da reunião: o assessor de gabinete, Jadir Borba, o presidente da ADVB, Lívio Giosa e o diretor de Controle de Acesso/Portaria e Bombeiro Civil do Sindeprestem, Amauri Soares.

Sindeprestem reforça apoio a iniciativa da Prefeitura de São Paulo de combate à violência contra a mulher

Encontro com a Secretaria Municipal de Gestão destacou a importância da capacitação e da conscientização da sociedade sobre o tema. Nesta quarta-feira (12), a Secretária Municipal de Gestão de São Paulo, Marcela Arruda, e seu assessor de gabinete, Jadir Borba, receberam o presidente do Sindeprestem, Vander Morales, o diretor de Controle de Acesso/Portaria e Bombeiro Civil do Sindeprestem, Amauri Soares, e o presidente da ADVB, Lívio Giosa. Durante o encontro, o Sindeprestem reforçou seu compromisso em apoiar a ação da Prefeitura de São Paulo que disponibiliza o curso “Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, iniciativa voltada à conscientização, informação e preparo da sociedade para reconhecer e agir diante de casos de violência doméstica. Como parte de seu compromisso com a responsabilidade social — especialmente neste mês dedicado às mulheres — o Sindeprestem apoia e incentiva a participação das empresas e profissionais no curso, reforçando a importância da conscientização e do enfrentamento à violência contra a mulher. O curso aborda temas como: Carga horária: 5 horasModalidade: EADCertificado: Validação 026/2026 A formação é destinada prioritariamente a agentes públicos municipais e profissionais que atuam no atendimento ao público, mas também está aberta a interessados no tema. Mais informações e inscrições no site.

Diretoria Executiva do Sindeprestem realiza reunião mensal na sede do sindicato – Março

Encontro discutiu temas estratégicos, avaliou ações em andamento e reforçou o compromisso com o fortalecimento do setor e da representatividade sindical. Na terça-feira (10), a Diretoria Executiva do Sindeprestem realizou sua reunião mensal na sede do sindicato. O encontro reuniu os dirigentes da entidade para discutir pautas estratégicas relacionadas às atividades institucionais, ao acompanhamento de projetos em andamento e às iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor representado. Durante a reunião, foram avaliadas ações desenvolvidas pelo sindicato e apresentadas propostas que visam aprimorar a atuação da entidade, ampliar o diálogo com as empresas representadas e contribuir para o desenvolvimento do segmento. As reuniões periódicas da Diretoria Executiva são fundamentais para o alinhamento institucional e para o planejamento de iniciativas que reforcem a representatividade do Sindeprestem. Esses encontros também permitem que os dirigentes analisem cenários, definam prioridades e avancem em estratégias que atendam às demandas do setor. Com esse trabalho contínuo, o Sindeprestem reafirma seu compromisso com a defesa dos interesses das empresas representadas e com o avanço das atividades que contribuem para o crescimento e a valorização do segmento.

Artigo: O fim da CLT ou a urgência de modernizá-la?

Por Vander Morales – Presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt Um fenômeno está acontecendo diante dos nossos olhos. O mundo do trabalho está mudando, e talvez o Brasil ainda não tenha entendido a dimensão dessa transformação. A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que por décadas foi símbolo de segurança e ascensão social, já não ocupa o mesmo lugar no imaginário da juventude. Isso não é narrativa ideológica. É dado. Pesquisa recente do Datafolha mostra que 59% dos brasileiros com mais de 16 anos preferem trabalhar por conta própria, contra 39% que preferem emprego com carteira assinada. Entre os jovens, 68% preferem autonomia. Desde 2022, caiu de 77% para 67% o número de pessoas que aceitariam um contrato CLT mesmo com rendimento menor, enquanto cresceu de 21% para 31% a parcela que considera mais importante ganhar mais do que ser registrado. A carteira de trabalho deixou de ser unanimidade. Para muitos jovens, virou meme. Para muitos jovens, virou meme. “CLT premium”, “salário-mínimo + esforço mínimo”, “se tudo der errado, viro CLT”. O tom pode ser irônico, mas a mensagem é séria. Não se trata de rejeição ao emprego formal. Trata-se de questionamento sobre a atratividade do modelo atual. Os números ajudam a explicar essa percepção. Estudo do professor José Pastore aponta que os encargos trabalhistas pagos pelas empresas chegam a 103,7% do valor dos salários. Isso significa que o empregador paga mais em encargos do que paga diretamente ao trabalhador. Quando analisamos apenas impostos e contribuições sociais sobre a folha, o Brasil cobra 25,8% sobre os salários, ficando entre os países que mais oneram a contratação formal. Tributamos emprego como país rico, mas com produtividade e renda média muito inferiores. O resultado é claro: o trabalhador recebe menos do que poderia e o empregador paga mais do que deveria. A formalização se torna onerosa, os reajustes ficam comprimidos e a geração de empregos perde dinamismo. É nesse ponto que o debate precisa avançar. A jornada legal no Brasil já é definida em lei, e sua organização atende às necessidades operacionais de diferentes setores da economia. O desafio não está na carga horária em si, mas na estrutura de custos e na rigidez normativa que encarecem a contratação e reduzem a capacidade de adaptação das empresas às novas dinâmicas do mercado. A discussão central, portanto, não deve ser sobre redução de jornada ou ruptura de modelos consolidados, mas sobre como tornar o emprego formal mais competitivo, sustentável e atrativo tanto para quem emprega quanto para quem trabalha. Defender a modernização das relações de trabalho não é defender a retirada de direitos. É defender eficiência. É reconhecer que proteção social e competitividade precisam caminhar juntas. O Brasil precisa reduzir a oneração sobre a folha, simplificar obrigações acessórias, estimular qualificação e permitir maior previsibilidade jurídica. Precisa criar um ambiente onde contratar formalmente seja viável e onde o trabalhador perceba vantagem real na formalização. A pergunta não é se a CLT vai acabar. A pergunta é se vamos conseguir atualizá-la para que continue sendo instrumento de proteção e, ao mesmo tempo, de desenvolvimento. Porque ninguém constrói um país forte com empresas excessivamente oneradas e empregos cada vez menos atrativos. Modernizar é preservar — não enfraquecer.

NR-1 e riscos psicossociais: participe do nosso Workshop!

O Sindeprestem convida você para um encontro essencial sobre os impactos da atualização da NR-1 nas empresas. Com a inclusão dos riscos psicossociais no gerenciamento obrigatório, a saúde mental passa a exigir ainda mais atenção e responsabilidade das organizações. Para esse debate, reunimos profissionais renomados das áreas jurídica e de saúde e segurança do trabalho: • Dr. Eduardo Pastore – Advogado Trabalhista• Dra. Cláudia Patah – Advogada Trabalhista• Vinícius Domingues – Técnico em Segurança do Trabalho – We Can Br• Luíza Mello – Ergonomista 23 de março | 14h às 16hAv. São Luís, 258 – Centro Histórico de SPEstacionamento gratuito (Rua da Consolação, 222)Evento gratuito para associados e filiados Você não pode perder. Confirme sua participação enviando nome e empresa para:rsvp@sindeprestem.com.br Esperamos por você. Sindeprestem

Cebrasse reúne setor de serviços para palestra com deputado Guilherme Derrite

Evento no Sescon-SP abordou empreendedorismo e perspectivas para a segurança pública no país. A Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com representantes do setor de serviços para discutir pautas prioritárias do empresariado brasileiro. A reunião ocorreu na sede do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP) e contou com a participação do deputado federal e candidato ao Senado, Guilherme Derrite. Em entrevista ao Sindeprestem, o presidente do Sescon-SP, Antônio Carlos, destacou a relevância do encontro e o papel das entidades de classe na defesa dos interesses do setor. “Agradeço ao presidente da Cebrasse, João Diniz, pela parceria. É muito bom ver esta casa cheia e poder dialogar com o Poder Legislativo, levar nossas pautas e fortalecer a discussão sobre tributação, que atinge diretamente o setor de serviços. É para isso que servem as entidades de classe”, afirmou. A abertura do encontro foi conduzida pelo presidente da Cebrasse, João Diniz, que convidou o presidente do Sescon-SP, Antônio Carlos, o presidente do Sindeprestem (mantenedor), Vander Morales, e do Seac-SP, além de conselheiro da Cebrasse, Rui Monteiro, para compor a mesa. Duas representantes de segmentos ligados à entidade também participaram da abertura, reforçando a atuação feminina no setor de serviços. Na palestra principal, o deputado Guilherme Derrite abordou as perspectivas para o futuro da segurança pública no Brasil, destacando os desafios enfrentados pelas forças policiais no país. “Trabalhar com segurança pública em um país onde muitas vezes a legislação acaba favorecendo o criminoso pode desestimular a atuação policial”, afirmou o parlamentar, ao comentar a necessidade de avanços legais para fortalecer as políticas de segurança. O presidente do Sindeprestem, destacou que lideranças empresariais e sindicais reunidas reforçam a importância do diálogo entre o setor produtivo e o Poder Legislativo, especialmente em temas como a alta carga tributária e os impactos na geração de empregos formais no país. Já o assessor jurídico do Sindeprestem, Dr. Ermínio de Lima Neto, destacou a importância de apoiar iniciativas que defendam tanto a segurança pública quanto o empreendedorismo no país. “O deputado também defende o empreendedorismo e tem liderança no Congresso, o que é importante para levar essas pautas adiante”, afirmou. A iniciativa destacou o papel das entidades representativas na promoção do diálogo com o poder público sobre temas estratégicos para o desenvolvimento econômico e social do país.

PodPrestem recebe Jorge Segeti (VP do Sescon) para falar sobre redução da jornada

Já está disponível o primeiro episódio da nova temporada do PodPrestem, o podcast do Sindeprestem! Tema: Reduzir a jornada é simples assim? Neste episódio, o Dr. Eduardo Pastore, consultor jurídico do Sindeprestem, recebe Jorge Segeti, vice-presidente do Sescon e diretor técnico da Cebrasse, para uma conversa essencial sobre os impactos, desafios jurídicos e reflexos práticos da possível redução da jornada de trabalho no Brasil. O debate traz esclarecimentos técnicos, análises estratégicas e reflexões importantes para empresários e profissionais do setor de serviços e terceirização. Assista agora no Youtube! Não deixe de assistir e compartilhar com sua equipe! Fique por dentro dos principais temas que impactam o nosso setor. 

Em entrevista à Cebrasse, Vander Morales defende PEC do Emprego para reduzir informalidade e corrigir distorções no mercado de trabalho

Em entrevista para Central Brasileira do Setor de Serviços (CEBRASSE), o presidente do Sindeprestem, Vander Morales, comentou os impactos da chamada PEC do Emprego (PEC nº 1/2026), proposta de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE). A medida prevê a substituição da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos por uma alíquota de 1,4% sobre o faturamento das empresas, com o objetivo de reduzir encargos e estimular a geração de empregos formais. Morales também abordou a concorrência de novas formas de trabalho e a discussão sobre a redução da jornada semanal. O que é a PEC do Emprego e qual o objetivo da proposta? A PEC nº 1/2026 busca reduzir o custo da contratação formal no Brasil. Hoje, o modelo baseado na tributação sobre a folha de pagamentos encarece muito o emprego. Além dos salários, os encargos praticamente dobram o custo de um funcionário. Por que o custo da contratação é considerado um problema no Brasil? O custo do trabalho no país é muito alto. Isso pressiona os salários e dificulta a formalização. Muitas vezes, empresas e trabalhadores acabam migrando para outras formas de trabalho, justamente porque o vínculo formal se torna mais caro. As novas formas de trabalho também influenciam esse cenário? Sim. Hoje existem alternativas, como os trabalhos por aplicativos e plataformas digitais, que atraem principalmente os mais jovens. Muitas vezes esses modelos oferecem ganhos maiores no curto prazo, mesmo sem os direitos previstos na CLT e na Constituição. Isso aumenta a competição com o emprego formal. A PEC também pode corrigir distorções geradas por políticas anteriores? Pode. A desoneração da folha aplicada a apenas 17 setores da economia não contemplou todas as atividades intensivas em mão de obra. Isso gerou um desequilíbrio no mercado e acabou empurrando muitos trabalhadores para a informalidade. A PEC amplia o alcance dessa desoneração de forma mais equilibrada. A proposta altera direitos dos trabalhadores? Não. Direitos como FGTS, férias, abono de férias e 13º salário continuam garantidos. A ideia é reduzir o custo da contratação sem retirar direitos, ao mesmo tempo em que se preserva o financiamento da Previdência, que pode ser afetado pela informalidade. Qual a principal vantagem estrutural da PEC do Emprego? Ela traz mais previsibilidade para as empresas. Não é uma medida temporária ou parcial, mas uma proposta estrutural que pode ajudar a enfrentar o problema do custo do trabalho no Brasil. Como o senhor avalia o debate sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada? Esse é um debate importante, mas diferente da PEC do Emprego. A redução da jornada está sendo discutida no Congresso por meio da PEC nº 148/2015, que propõe diminuir a jornada semanal de 44 para 36 horas. São temas distintos e devem ser tratados separadamente. A jornada já está prevista na Constituição e as especificidades de cada setor devem ser definidas por meio da negociação coletiva.

Capital das oportunidades: São Paulo bate recorde histórico de contratações e lidera a geração de empregos no Brasil em 2025

Cidade registra 2,9 milhões de admissões no ano — o maior volume da série do Novo Caged — e cria mais de 101 mil vagas formais, superando 25 estados e o DF. A cidade de São Paulo registrou em 2025 o maior número de admissões de sua história. De acordo com o Novo Caged, ao longo do ano, foram 2,9 milhões de contratações com carteira assinada, volume 3,7% superior ao de 2024. Além do recorde de admissões, a capital liderou a geração de empregos formais entre todos os municípios do país, com saldo positivo de 101.818 vagas — resultado da diferença entre admissões e desligamentos. O desempenho foi superior ao de 25 estados e do Distrito Federal, ficando atrás apenas do estado de São Paulo, que criou 311.228 postos de trabalho no período. Os dados consolidados do Novo Caged, que reúnem o saldo de empregos de janeiro a dezembro, foram divulgados no fim de janeiro deste ano. A partir desse levantamento, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho detalha o desempenho da capital. O saldo alcançado por São Paulo corresponde a 32% de todas as vagas criadas no estado e a 8% do total de empregos gerados no país em 2025, reforçando o papel da cidade como principal motor do mercado de trabalho nacional. Na prática, os números indicam que a cidade criou, em média, 8.485 empregos por mês, ou 279 novas vagas por dia. O mês de fevereiro foi o destaque do ano, com a criação de mais de 36 mil postos de trabalho, o maior saldo mensal de 2025.  Ambiente econômico forte e políticas públicas impulsionam o empregoOs resultados refletem um ambiente econômico dinâmico, sustentado por ações da Prefeitura de São Paulo voltadas à atração de investimentos, estímulo à atividade produtiva, apoio ao empreendedorismo e ampliação das políticas de emprego, renda e qualificação profissional. A estratégia tem fortalecido a competitividade da capital e ampliado as oportunidades para trabalhadores e empresas.  Mesmo com o aumento sazonal dos desligamentos no fim do ano — comportamento esperado da economia —, São Paulo apresentou uma das menores variações percentuais entre novembro e dezembro da série analisada, sinalizando maior estabilidade do mercado de trabalho formal.  Economia Criativa, Infraestrutura e Serviços lideram a criação de novos postos de trabalhoQuando analisado as atividades econômicas (o menor nível de detalhamento possível), a subclasse de “Serviços de engenharia” liderou a criação de vagas em números absolutos, com 5.778 novos postos, seguida pelas atividades de “Serviços Combinados de Apoio a Edifícios” e “Locação de mão de obra temporária”.  Já na análise do estoque de empregos por setores, o de Economia Criativa foi o que apresentou o maior crescimento bruto de postos de trabalho ao longo do ano, criando quase 21.747 mil novos vínculos formais, o que representa um crescimento de 3,66%. Já em termos percentuais, o setor de Economia Verde e Sustentabilidade foi o que apresentou maior percentual de crescimento no período, com 3,69%.  Também se destacaram os setores de Comércio e Varejo, Infraestrutura e Serviços Financeiros e Profissionais, que juntos somaram mais de 52 mil novos postos de trabalho. Além destes, setores como Turismo e Gastronomia e Saúde, também mostraram crescimento, evidenciando a diversidade e a força da economia paulistana.   Cate e qualificação fortalecem o mercado de trabalhoPara sustentar esse desempenho, a Prefeitura de São Paulo mantém uma ampla rede de políticas públicas voltadas ao emprego e à renda. O Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (Cate) oferece, gratuitamente, serviços de intermediação de mão de obra, divulgação de vagas e apoio a processos seletivos para empresas de todos os portes, com unidades fixas e móveis espalhadas pela cidade. No ano passado os trabalhadores contaram com mais de 65 mil vagas de emprego ofertadas pela rede de 46 postos.  A administração municipal também investe fortemente em qualificação profissional, com mais de 300 cursos gratuitos disponíveis no Portal Cate, inclusive na modalidade a distância. Programas como o Operação Trabalho (POT) ampliam a inclusão produtiva e a capacitação de trabalhadores, fortalecendo o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento econômico e social da capital. Empreendedorismo avança e amplia oportunidadesO dinamismo do mercado de trabalho também se reflete no crescimento do empreendedorismo. Em 2025, a cidade de São Paulo alcançou 1,33 milhão de microempreendedores individuais (MEI), segundo dados da Receita Federal, com a criação de cerca de 26 mil novos registros no ano — média de 71 novos MEIs por dia.  As atividades com maior número de registros são cabeleireiros, serviços administrativos e comércio de vestuário e acessórios, reforçando o papel do empreendedorismo como complemento à geração de emprego formal e como vetor de desenvolvimento econômico.  A cidade conta com ampla rede de apoio para quem deseja iniciar um negócio. São 23 TEIAs, rede que presta serviço gratuito, com profissionais especializados e infraestrutura para reuniões, encontros e capacitação.  Matéria: Prefeitura de SP