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06/10/2017 | Sindeprestem patrocina 37º FÓRUM GERH

Impacto das organizações exponenciais na economia foi tema de discussão entre profissionais de Recursos Humanos


O 37º Fórum Anual do Grupo de Estudos em Recursos Humanos (GERH), promovido pelo Sindeprestem no dia 6 de outubro último, em São Paulo, reuniu profissionais de RH para discussão de tendências futuras. As organizações exponenciais e os impactos da tecnologia foram os temas dos palestrantes.

 

As mudanças, influenciadas pelo avanço da tecnologia e da inteligência artificial, ocorrem cada vez mais rápido e as organizações não estão preparadas. Para Cezar Taurion, CEO da Litteris Consultoria, o tempo de vida das empresas cai substancialmente. “Os planejamentos estratégicos estão morrendo. O ambiente de negócios é volátil e ambíguo. As empresas, acostumadas ao raciocínio linear, precisam se adequar ao modo de pensar exponencial”.

 

Com a convergência tecnológica, algumas profissões tendem a desaparecer. Os sistemas evoluíram tanto que conseguem resultados superiores à mente humana em alguns aspectos, o que torna o talento uma característica fundamental para conseguir permanecer no mercado de trabalho.

 

Uma característica comum às start ups ou organizações exponenciais é o foco na equipe sob demanda, ou seja, na força de trabalho e não na manutenção de funcionários de modo tradicional. Os motoristas do aplicativo Uber, por exemplo, não são funcionários.

O poder do propósito foi discutido no painel apresentado por José Luiz Weiss e Ney Silva, da consultoria Corall. Segundo eles, a razão de ser das organizações exponenciais vai além do lucro. “Esse poder é a diferença que a empresa está tentando fazer no mundo, o que orienta e tem importância para os stakeholders”.   

A diversidade no mercado de trabalho também foi lembrada durante o Fórum GERH. Denise Asnis, sócia-diretora da Oré Consultoria, provocou os participantes ao levá-los à reflexão e rememorar situações de discriminação. “A diversidade é a representatividade efetiva de direito à diferença. É perceber o outro como ser humano”.

Eduardo Pastore, sócio-diretor da Pastore Advogados, encerrou com uma apresentação dos avanços obtidos com a reforma trabalhista. “Quem faz as leis funcionarem dentro da empresa é a gestão, o RH. Os novos modelos de trabalho provocam efeito na economia e causam impacto no âmbito jurídico. O direito do trabalho tem dificuldade em entender novos modelos.”

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