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O GLOBO - Lojas e Shoppings já recrutam trabalhadores extras para o Natal

09/10/2013

Trabalho temporário é excelente oportunidade para entrar no mercado de trabalho, além de proporcionar aprendizado e experiência

Ione Luques

Publicado:8/10/13 - 8h30

Atualizado:8/10/13 - 8h46

 

RIO — Faltando pouco mais de dois meses para as festas de fim de ano, shoppings e redes de lojas já estão em busca de trabalhadores extras para o período, considerado o melhor de vendas do comércio. Com o otimismo do varejo, o momento é favorável para quem considera as vagas temporárias de trabalho, oferecidas nesta época, como uma oportunidade de carreira.

Ylana Miller, sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec, ressalta que o trabalho temporário é uma excelente oportunidade de ingresso no mercado, proporcionando aprendizado e experiência. Por isso, ela recomenda que o profissional encare a oportunidade como uma “vitrine” para mostrar suas habilidades. Além disso, é uma maneira de ampliar a sua rede de relacionamentos:

— Caso não haja vaga efetiva após o término do contrato, ele poderá ser indicado a outras empresas em função do seu desempenho. O profissional não deve encarar o trabalho temporário como um “bico”, mas sim como porta de entrada no mercado.

Carlos Pereira, sócio-diretor da Top Quality, vai além. Segundo ele, o profissional que encara uma oportunidade como esta apenas como bico, na grande maioria das vezes acaba dispensado no fim do contrato. Ou, em alguns casos, nem completa o contrato. Ele ressalta que, além de o trabalho temporário ser a chance de o profissional mostrar seus serviços e, quem sabe, ser efetivado, pode ser considerada a tal experiência que muitos empregos pedem. Isso sem falar que representa um mês de remuneração extra para quem ainda não encontrou um emprego efetivo:

— Uma oportunidade temporária serve tanto para alguém que quer obter experiência no mercado de trabalho, como para aquela pessoa que está buscando uma vaga efetiva.

Já o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) e da Fenaserhtt, Vander Morales, lembra que há interesses e perfis diversos, principalmente nos candidatos interessados em conseguir uma vaga temporária no fim do ano. Por ser um período de férias escolares, muitos temporários aproveitam a época para ganhar uma renda extra para custear viagens, cursos e lazer. Outros, certamente têm interesse em se tornar efetivos.

— A contratação é positiva nos dois casos, pois agrega experiência profissional.

É importante ressaltar que o desempenho do profissional faz toda a diferença na hora de uma futura contratação, já que muitas empresas aproveitam esse momento para identificar talentos.

— Em contratos de curto prazo, o profissional deve demonstrar um desempenho e resultados ainda mais diferenciados, pois pode estar sendo avaliado para futuras contratações. O profissional deve encarar como uma oportunidade de aprender novos conhecimentos e habilidades, além de deixar a sua “marca pessoal” — completa a diretora da Yluminarh.

Pereira acrescenta que, seja para uma vaga extra ou efetiva, as empresas buscam pessoas que possuam, dentre outras características, vontade de trabalhar, iniciativa, bom humor, responsabilidade, bom relacionamento interpessoal e comprometimento.

— Normalmente, os profissionais tendem a ser contratados por questões técnicas, mas são demitidos pela falta em algum destes pontos — diz ele.

E, para não desperdiçar a oportunidade de apresentar suas habilidades e ser efetivado, Pereira aconselha que a pessoa busque algo que goste realmente de fazer e demonstre disposição:

— Vontade de trabalhar é essencial. Muitos candidatos falam que querem o trabalho, mas desistem frente ao primeiro obstáculo. O mercado muitas vezes só contrata profissionais com experiência e esta é uma grande chance de você se enquadrar às necessidades das empresas.

Mesmos direitos que os efetivos

O presidente do Sindeprestem alerta que o contrato de trabalho temporário, que é regulamentado pela lei 6.019/74, deve ser firmado entre o trabalhador e uma empresa do setor de trabalho temporário devidamente autorizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Deve ter duração máxima de três meses, com direito a prorrogação por igual período. De acordo com Morales, o funcionário temporário tem os mesmos direitos do efetivo, como salário equivalente, jornada de oito horas, recebimento de horas extras, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, férias proporcionais, 1/3 de férias, 13º salário e proteção previdenciária. Só não tem direito ao aviso prévio e recebimento da multa de 40% sobre o FGTS.

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