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  • 31/10/2018 | ANÁLISE: informalidade, desalento e jornada insuficiente são desafios para Bolsonaro - O Globo

31/10/2018 | ANÁLISE: informalidade, desalento e jornada insuficiente são desafios para Bolsonaro - O Globo

Quando assumir o comando do país, em 1º de janeiro, o novo governo, de Jair Bolsonaro (PSL), vai deparar com um mercado de trabalho com desemprego na casa dos dois dígitos há dois anos e o desafio de criar vagas formais e reduzir a subocupação.

Embora tenha cedido no terceiro trimestre do ano, para 11,9%, a taxa de desemprego ainda atinge 12,5 milhões de brasileiros. Quando considerados também os grupos de trabalhadores desalentados (4,8 milhões de pessoas que desistiram de procurar trabalho), os que trabalham menos horas do que gostariam (6,9 milhões) e os que procuram uma vaga mas não estão disponíveis para trabalhar, muitas vezes devido a não ter creche para os filhos ou quem cuide de familiares idosos (3,2 milhões), esse número ultrapassa os 27 milhões.

- Vemos uma expansão quantitativa das vagas (em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o grupo de pessoas com emprego teve acréscimo de 1,4 milhão de pessoas), mas a porta de entrada ainda é a informalidade. E esse aumento expressivo dos subocupados por insuficiência de horas mostra o quanto a economia ainda está fraca - aponta Thiago Xavier, economista da Tendências Consultoria Integrada, ressaltando que, das 1,4 milhão de vagas geradas, quase 1,2 milhão estão na informalidade, em vagas sem carteira no setor privado ou como conta própria sem CNPJ.

Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE também diz que são números que mostram que é necessário a implementação de políticas públicas, como para reduzir a fila de espera por uma vaga em creche pública, para que pessoas que procuram emprego sem disponibilidade para o trabalho, possam aceitar eventual proposta.

Essa geração de vagas, ainda que no mercado informal, aliada à perspectiva de melhora do cenário econômico, com a troca de governo, pode, no entanto, fazer a taxa de desemprego subir ainda mais no começo do ano que vem.

- Quando o mercado começa a gerar vagas, ainda que não sejam de qualidade, muitas pessoas que estão na inatividade voltam a procurar emprego porque aumenta a esperança de conseguir trabalho. Com isso, podem pressionar a taxa para cima, pois o mercado não dará, de uma hora para a outra, conta de gerar vagas de forma a atender quem está procurando e os novos na fila - avalia Xavier. 

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