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30/09/2018 | Retomada lenta do mercado de trabalho - O Estado de S.Paulo

A taxa de desemprego de 12,1% no trimestre junho/agosto registrou queda em relação à de 12,7% do trimestre março/maio e à de 12,6% de igual período do ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo não é desprezível, pois significa que cerca de meio milhão de pessoas saíram da desocupação. Mas a qualidade do emprego deixa a desejar e é elevado o número de pessoas subutilizadas (27,5 milhões ou 24,4% da força de trabalho).

O avanço dos indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua relativos ao trimestre terminado em agosto foi constatado por consultorias privadas. “Tem ocorrido melhora gradual do mercado de trabalho, em sintonia com a retomada da economia, que está numa velocidade menor que a imaginada”, notou a economista Thaís Zara, da Rosenberg.

Mas há, desde abril, uma desaceleração no ritmo de queda do desemprego. Além disso, o emprego com carteira assinada, que alcança 33 milhões de pessoas, ficou estável entre os trimestres terminados em maio e em agosto e mostrou diminuição de 1,3% na comparação com o trimestre junho/agosto de 2017.

Os maiores crescimentos da oferta de emprego têm vindo da categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 23,3 milhões de pessoas e que cresceu 1,5% entre os últimos trimestres, e do grupo dos empregados no setor público, constituído por 11,7 milhões de pessoas e que avançou 2% na mesma base de comparação. A categoria de trabalhadores domésticos, com 6,3 milhões de pessoas, também mostrou alta (+2,7% sobre o trimestre anterior), mas o indicador tem menor expressão por causa do alto nível de informalidade.

Na avaliação dos técnicos do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a melhora do mercado de trabalho está “muito aquém do desejável”. Por exemplo, o rendimento médio real tem evoluído em ritmo inferior ao do ano passado, pois há pouco espaço para negociar aumentos salariais.

A recuperação lenta do mercado de trabalho e dos rendimentos reais tolhe uma retomada mais forte da economia. Para aumentar o consumo, os empregados têm poucas alternativas além de se endividar, mas os níveis de juros, embora cadentes, ainda são muito elevados.

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