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  • 21/09/2018 | Alta da arrecadação, que vinha superando 10%, se reduz a 1,5% em agosto - Folha de S.Paulo

21/09/2018 | Alta da arrecadação, que vinha superando 10%, se reduz a 1,5% em agosto - Folha de S.Paulo

Após alcançar picos de mais de 10% de alta, a taxa de crescimento da arrecadação federal se reduziu para 1,5% em agosto na comparação com mesmo mês do ano passado, mostram dados do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas). 

No total, a receita somou R$ 110,1 bilhões no mês passado, número composto de dois dados: os recursos arrecadados com impostos, que representam a maior parte do bolo e que tiveram alta de 0,9%, e a arrecadação administrada por outros órgãos que não a Receita Federal (como royalties de petróleo), com crescimento de 31,9%.

Nos dois casos, a comparação é real, ou seja, desconta a inflação do período. 

O levantamento feito pelo instituto antecipa os dados da Receita, que serão divulgados nesta sexta-feira (21), a partir de pesquisas no Siafi, o sistema que acompanha as contas do governo em tempo real.

Segundo Vilma Pinto, pesquisadora do Ibre/ FGV responsável pelo levantamento, a forte desaceleração do crescimento está relacionada com a base de comparação mais forte do segundo semestre de 2017, quando a atividade econômica começou a crescer com mais força. 

“Nos meses anteriores, observamos variações muito elevadas, já que no primeiro semestre do ano passado, que é o período que usamos para comparar o desempenho, a arrecadação estava mais fraca”, afirma ela.

Ou seja, sem a vantagem da comparação com um período em que a receita federal estava mais desaquecida, o crescimento desacelerou. 

Semana a semana, o mercado espera um crescimento menor para o comportamento do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano. Há quatro semanas, a expectativa era de alta de 1,49%, percentual que se reduziu para 1,36% na última pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central. 

As maiores altas observadas no levantamento do Ibre foram em impostos vinculados à importação, como o próprio Imposto de Importação, que cresceu 25,8%. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) também apresentou crescimento de 35,8% na comparação com agosto do ano passado.

O IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) tiveram altas de 10,3% e 11%, respectivamente. 

“Isso aconteceu por causa das regras que endureceram as compensações”, explica a pesquisadora.

Desde maio, a Receita endureceu a lei que rege a compensação, pelas empresas, de dívidas de IRPJ e CSLL com créditos tributários no regime de recolhimento por estimativa.

Um dos piores desempenhos foi do Imposto de Renda Retido na Fonte, que incide sobre rendimentos de capital, que teve queda de quase 19% na comparação com agosto do ano passado. A receita com esse imposto vem caindo por conta da queda na taxa de juros. 

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