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  • 19/09/2018 | Para analistas, vaga formal ganhou força em agosto - Valor Econômico

19/09/2018 | Para analistas, vaga formal ganhou força em agosto - Valor Econômico

O início das contratações da indústria para suprir a demanda de fim de ano deve ter levado a um aumento das admissões com carteira assinada em agosto, segundo economistas. A média das projeções de 15 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para a criação de 58,3 mil vagas formais em agosto, após geração de 47,3 mil postos em julho e 35,5 mil em agosto do ano passado.

As estimativas vão da geração de 37,3 mil a 85 mil vagas. Se confirmada a média das projeções, este será o melhor saldo para o emprego formal no mês de agosto desde 2014, quando foram criados 101,4 mil postos. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ainda não informou a data de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mas a expectativa dos analistas é que o dado seja publicado nesta semana.

Segundo Cosmo Donato, economista da LCA Consultores, o aumento das contratações com carteira assinada em agosto é resultado de um efeito puramente sazonal e não indica nenhuma melhora significativa do mercado de trabalho. 

"Agosto é o mês em que começa a contratação da indústria para a demanda habitual de fim de ano", afirma. A LCA projeta geração de 59,9 mil vagas formais no oitavo mês do ano.

No entanto, na série ajustada para retirada deste efeito sazonal, não há grande avanço das contratações líquidas, pondera Donato. Pela estimativa da consultoria, o saldo de vagas formais com ajuste seria de 8,1 mil vagas em agosto. Se confirmadas as estimativas da casa, o saldo acumulado de janeiro a agosto será de 451 mil vagas sem ajuste e 79,7 mil na série dessazonalizada.

Donato começou o ano esperando uma geração de 1 milhão de postos de trabalho formais em 2018. Agora, tem viés de baixa para sua projeção de criação de 250 mil empregos com carteira.

O economista lembra que o mercado de trabalho formal costuma registrar saldo positivo de vagas no acumulado do ano até novembro. Já em dezembro, tradicionalmente há forte fechamento de postos, com as demissões na indústria após o fim da produção para atender à demanda das festas de fim de ano.

Como a LCA espera que sejam fechadas cerca de 400 mil vagas formais em dezembro, precisaria haver uma melhora muito grande do mercado de trabalho nos próximos meses para o saldo do ano ficar próximo à estimativa de 250 mil, o que é improvável.

Ainda assim, o economista espera alguma melhora na geração de vagas nos próximos meses, como efeito defasado da recuperação tímida da atividade e da dissipação das incertezas relacionadas à greve dos caminhoneiros.

"Se houver uma certa diluição desse impacto negativo de confiança até o fim do ano, isso é compatível com uma aceleração mesmo que tímida do saldo de empregos do Caged", acredita.

Para o ano de 2018 como um todo, a média das projeções de seis casas aponta para uma geração líquida de 308 mil vagas com carteira, com intervalo de 177 mil a 407 mil. Ao longo do ano, os economistas reduziram suas estimativas para o mercado de trabalho formal, após seguidas surpresas negativas no Caged, em meio a um ambiente de incertezas que inibe investimentos e contratações pelas empresas.

Ontem, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) informou que foram fechados 2,5 mil postos de trabalho na indústria paulista em agosto, queda de 0,11% em relação a julho na série sem ajuste sazonal.

 

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