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12/03/2018 | Temporários incrementam produção na Páscoa - Jornal do Comércio

Toneladas de chocolate, produzidas para serem distribuídas em todo o País, devem incrementar a receita de alguns fabricantes da serra gaúcha, por conta do período de Páscoa. Desde o final de janeiro, as indústrias do gênero trabalham para suprir a demanda do varejo, tendo investido em aumento de pelo menos 15% no quadro de funcionários e instituído o terceiro turno. Tudo isso, para agilizar a entrega de uma diversidade de ovos, coelhos, bombons e outros itens, que, aos poucos, já tomam conta das gôndolas de supermercados, franquias e lojas próprias dos fabricantes.

Na lista das maiores do ramo, a Florybal contratou 50 pessoas a mais, para que a temporada de produção e venda dos produtos de Páscoa fosse um sucesso. "Deste contingente, cerca de 10 terceirizados foram alocados em nossas lojas do varejo", comenta a gerente de Recursos Humanos da empresa, Adriana Pinheiro. Nenhum destes profissionais foi admitido pelas novas regras trabalhistas. "A legislação é nova e tem muitas coisas ali que não estão bem definidas", observa a gestora. 

A fábrica da Florybal, com 3 mil metros quadrados de área, fica localizada em um bairro próximo ao Centro de Gramado, e funciona há dois meses com em torno de 350 profissionais. "Priorizamos pessoas que moram na cidade, e devemos efetivar cerca de 50% destes talentos, pois os resultados foram muito bons e pretendemos aproveitar a equipe que se mostrou comprometida", diz. Segundo Adriana, mais de 80% da produção do período está sendo finalizada, graças ao incremento de mão de obra terceirizada.

De acordo com o gerente de produção da fábrica, Roberto Correa, as três linhas de montagem da Florybal produzem aproximadamente 56 mil quilos de chocolate por mês. Mas para a Páscoa serão distribuídas cinco toneladas de ovos em diversos pontos do varejo. "Ao todo, fabricamos em torno de 1,2 mil itens, que incluem também coelhos, cestas, linha infantil, corações, drágeas, trufas, bombons, ramas e crispies." 

Também encabeçando a lista das maiores, além dos ovos, coelhos de chocolate e outros produtos, a fabricante Lugano desenvolveu, este ano, embalagens de linha com temática da Páscoa. "Uma das novidades é a Linha Nuts and Creams, com uma embalagem contendo dois meio-ovinhos recheados, sabor creme de avelã e doce de leite com nozes", informa o gerente de produção da empresa, Francisco Marcom. Outra novidade deste ano é a parceria e cocriação com outras marcas de mercados diferenciados. O resultado desta iniciativa será o lançamento de um produto premium, com ingredientes selecionados e com maior valor agregado. 

Para acelerar a produção, a Lugano ampliou o quadro de funcionários fixos em 15% - que irão se manter após o período de Páscoa - e 30 temporários. As quatro linhas de montagem, que normalmente respondem por 35 toneladas de chocolates por mês, aumentaram a produção em 40% nos últimos 60 dias. Ao todo, estão sendo finalizados 230 produtos de linha e outros 50 específicos de Páscoa. Em relação ao mesmo período de 2017, a Lugano incrementou a produção em 35% e - como resultado disso - quatro toneladas de ovos da marca serão distribuídas entre lojas próprias, franqueados e outros pontos de varejo. 

Vendas devem crescer de 15% a 20% neste ano

Somando mais de 30 anos de liderança no segmento de chocolate artesanal, uma das fabricantes mais lembradas da Serra, a Caracol Chocolates de Gramado, optou por trabalhar sem contratação de temporários para o período. Precursora no ramo, a empresa adota a prática de "não abrir números de volume de produção", conforme informou a assessoria de imprensa da fabricante à reportagem do Jornal do Comércio. Dentre os produtos mais conhecidos, a Caracol responde pela industrialização de barras rústicas, trufas, alfajores, cakes, bombons, entre outros.

Outra fabricante que abriu mão de investir em contratação de temporários foi a Prawer, que atualmente conta com 50 colaboradores diretos trabalhando na linha de montagem. A fábrica, que produz uma média de 10 toneladas de chocolate por mês, prevê um aumento de 15% a 20% nas vendas de Páscoa. Na semana passada, as lojas próprias da Prawer passaram a oferecer produtos específicos do período. "Mas no mercado de lojas multimarcas iniciamos as vendas em janeiro", pondera o diretor da fábrica, Maurício Brock. "Nossa linha tradicional contém 220 produtos. Na Páscoa, lançamos um catálogo com 18 produtos específicos", destaca. 

"Trabalhamos muito com produtos inovadores que variam de caramelos com flor de sal, o gorgonlat que é o nosso queijo de chocolate, torrone, a linha Dark, Diet e toda linha tradicional", completa Brock. No período de Páscoa, a empresa produz a linha tradicional de chocolates ao leite, branco e amargo, figuras, e até ovo com pétalas de flor, corte e de colher. "Este ano, teremos também ovos na linha Caramélisé (que somente a Prawer produz no Brasil para venda de produtos finalizados diretamente ao consumidor), com uma massa que exige um trabalho totalmente artesanal para chegar ao seu resultado", detalha o gestor. Todas essas gostosuras serão distribuídas em mercado de lojas multimarcas e em lojas próprias da Prawer, localizadas em Gramado, Porto alegre, Santa Maria e Maringá. 

Varejo brasileiro responde por 62% das oportunidades no período 

A Páscoa deste ano deve empregar 9% mais trabalhadores temporários do que no ano passado em todo o País. O período tem movimentado as vendas no varejo e a expectativa é que pelo menos 54 mil temporários sejam contratados até abril, segundo pesquisa encomendada pela Fenaserhtt e pelo Sindeprestem (federação nacional e sindicato paulista do setor) ao Centro Nacional de Modernização Empresarial (Cenam), realizada com grandes (4%), médias (52%) e pequenas (44%) empresas de trabalho temporário no Brasil. 

A maioria das vagas disponibilizadas já foi preenchida (47 mil). A indústria do chocolate, que deve ser responsável por 38% dos temporários, já contratou 17 mil em todo o Brasil e provavelmente não fará mais contratações este ano. O comércio deve responder por 62% dos postos e até o momento já preencheu cerca de 30 mil vagas, restando ainda 7 mil oportunidades no País. A maior parte dos contratos (33%) deverá ter duração acima de 91 dias, enquanto 7% dos candidatos devem ser contratados para menos de 30 dias. 

Vander Morales, presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt, está otimista. "Notamos na pesquisa que 37% das empresas especializadas em temporários para o mercado de trabalho perceberam aumento na procura por candidatos. Apenas 19% reportaram diminuição na demanda em relação a 2017." Para ele, a reforma trabalhista é um fator positivo para o setor.  

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