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31/10/2019 | Profissional valoriza experiência na empresa - O Globo

As transformações provocadas pelas novas tecnologias no mercado de trabalho vão além do impacto do uso de máquinas inteligentes em tarefas executadas por humanos. A 4ª Revolução Industrial já afeta as relações entre empresas e seus profissionais, avaliou a vice-presidente de Recursos Humanos da Coca-Cola Brasil, Simone Passini Grossmann, durante palestra de abertura do seminário Pelo Futuro do Trabalho.

— Estamos discutindo máquinas, tecnologias, automação, inteligência artificial… mas quem está dentro da empresa são seres humanos. Não podemos tratá-los como apêndices de máquinas que vão fazer um trabalho produtivo. Precisamos do engajamento dos trabalhadores para construir o futuro — disse.

Na opinião da executiva em RH da Coca-Cola, as demandas que inicialmente pareciam ser apenas dos millennials, geração nascida entre o início dos anos 1980 e fim da década de 1990, são também dos demais trabalhadores.

— Hoje, as pessoas querem pensar, decidir, propor mudanças. Elas querem trazer seu coração, porque querem ser felizes. As pessoas querem trazer sua alma, porque precisam de propósito. A experiência dentro da empresa é cada vez mais importante — disse.

JORNADA

Simone Grossmann também afirmou que a atual forma de organização das companhias já não faz sentido diante de equipes que são multifuncionais, trabalham de forma virtual e possuem diversas formas de contratação. A jornada das pessoas em uma empresa está cada vez mais complexa, explicou, o que exige maior atuação dos responsáveis por recursos humanos e dos líderes de equipes. Segundo ela, os chefes precisam se preparar para lidar com a força de trabalho do futuro:

— A liderança vai atuar muito mais como guia, suporte e facilitador do que como responsável por dar todas as soluções — acrescentou.

Ela completou que os dirigentes das empresas precisam olhar para um futuro muito além do resultado trimestral. Devem levar em conta aspectos como a experiência do profissional no ambiente de trabalho; diversidade e inclusão de pessoas; novas formas de trabalhar e desenvolvimento de lideranças.

— Quando a gente olha os processos dos recursos humanos, vemos que todos vão precisar mudar, inclusive a forma de treinar as pessoas — concluiu.

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