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18/10/2019 | Contratação avança para escolaridade maior, mostra Rais - Valor Econômico

No ano passado, o emprego formal avançou entre pessoas com escolaridade de nível médio completo ou superior e recuou para as pessoas menos qualificadas. Tiveram mais chance de colocação os trabalhadores com mais de 30 anos. E as empresas que mais empregaram foram aquelas com 50 a 249 funcionários.

O emprego formal avançou 0,8% em 2018. No período, foram criados 349,52 mil vínculos a mais do que em 2017, chegando a 46,63 milhões. Esses são alguns dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que traça um perfil dos trabalhadores no ano de 2018, divulgado ontem pelo Ministério da Economia. Os trabalhadores com nível médio completo ocupavam 48,8% das vagas de trabalho no ano passado, com 22,777 milhões de vagas. É o grupo com maior número absoluto de vínculos. Nesse segmento, houve avanço de 1,64%.

Mas a faixa em que houve maior crescimento foi o superior completo, com avanço de 4,48%, atingindo um total de 10,737 milhões de vagas. Nos demais segmentos, houve recuo. Os empregos para os trabalhadores analfabetos caíram 2,09%, enquanto no fundamental incompleto a redução foi de 3,76% e no fundamental completo, de 6,77%. No corte por idade, o emprego cresceu mais no grupo de 40 a 49 anos, com crescimento de 2,47% nos vínculos empregatícios, seguidos pelos trabalhadores com mais de 50 anos, com aumento de 2,19%. Já na faixa até 24 anos houve recuo de 0,95%, e, no grupo de 26 a 29 anos, retração de 1,71%. 

As empresas que mais contrataram no ano passado foram as de médio porte. As que têm de 50 a 99 empregados contrataram 100,2 mil pessoas, um aumento de 2,69%. Aquelas com 100 a 249 funcionários abriram 122,7 mil vagas, avanço de 2,62%. Aquelas com mais de mil empregados ainda são as que oferecem o maior número absoluto de empregos: 11,83 milhões em 2018. Mas, nesse grupo, houve corte de 20.969 vagas em comparação com 2017. No corte por raça e cor, os indígenas registraram maior avanço no trabalho formal em 2018: 7,34%.

Porém, sobre uma base muito pequena. São apenas 80 mil com carteira assinada. Entre os que se dizem pretos, o emprego avançou 6,02%, e, entre os pardos, 3,42%. Em contrapartida, houve recuo de 1,96% na quantidade de brancos empregados e queda de 1,34% entre os amarelos. Entre os imigrantes, os estrangeiros com maior participação no mercado formal de trabalho foram os haitianos, com 46.820 vagas, seguidos pelos paraguaios, com 8.715. Os venezuelanos ocuparam 7.353 vagas e são o grupo que mais cresceu no ano passado: 171,32%. 

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