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27/09/2019 | Selic a 5,5% leva bancos a reduzir taxas de fundos - Valor Econômico

Os bancos iniciaram um processo de redução de taxa de administração dos fundos de investimento, após o Comitê de Política Monetária cortar o juro básico de 6% a 5,5% ao ano na semana passada. Santander, Banco do Brasil e Banrisul fizeram esse movimento, adequando suas cobranças ao patamar de rentabilidade dos clientes que aplicam em renda fixa. Ontem, o BB reduziu para 3% ao ano a taxa de três fundos. Até então, o BB RF Supremo Setor Público tinha uma cobrança de 4% ao ano, enquanto o BB RF Automático, de 3,8% e o BB RF Automático Empresas CP, 3,7%. “A medida reforça a competitividade do portfólio do BB e representa melhora na rentabilidade para os clientes”, disse o banco em comunicado interno.

Na semana passada, o Santander ‘viralizou’ nas redes ao cortar taxas de sete fundos para 2,7% ao ano. Elas variavam de 3,2% a 5,5% ao ano, mesmo nível da Selic. Tratava-se do fundo Santander FIC FI Inteligente Renda Fixa Curto Prazo, que faz aplicação e resgate automático da conta. Segundo o banco, esses fundos não fazem parte da oferta ativa, mesmo tendo cotistas. Já o Banrisul informou à Comissão de Valores Mobiliários redução da taxa do Banrisul Automático Fundo de Investimento Renda Fixa Curto Prazo para 4,75% ao ano. 

O movimento impacta as receitas com fundos de administração dos bancos. Cálculo do analista Eduardo Rosman, do BTG Pactual, mostra que o Banco do Brasil deve perder R$ 730 milhões ao ano com a redução de ontem. “Se imaginar outros ajustes, é possível estimar um impacto anual da ordem de R$ 1 bilhão, próximo a 4% do resultado antes de impostos do BB este ano.”

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