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10/07/2019 | Indicadores sinalizam a melhora do emprego no 2º semestre, aponta FGV - Valor Econômico

Menor incerteza no cenário político e previsão de atividade mais aquecida no segundo semestre impulsionaram melhora em dois indicadores de emprego da Fundação Getulio Vargas (FGV). Após recuar por quatro meses, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 0,8 ponto entre maio e junho, para 86,6 pontos, informou ontem a fundação. Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 1,1 ponto para 94,6 pontos. Mas a continuidade da melhora ainda é uma incógnita, na análise de Rodolpho Tobler, economista da FGV.

Isso porque é preciso ver se a atividade econômica mais aquecida se confirmará neste semestre - e se ela se converterá em maior abertura de vagas. Cinco componentes contribuíram positivamente para o IAEmp em junho.

Os destaques foram os de expectativas dos consumidores em relação ao emprego nos seis meses seguintes e o que avalia a percepção sobre a situação atual dos negócios das empresas do setor de Serviços, que subiram 7,4 pontos e 6,4 pontos, entre maio e junho, respectivamente. Já no caso do ICD, a classe de renda que mais contribuiu para o recuo foi a de consumidores com renda familiar mensal de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil. Foram observados sinais de cenário melhor para os próximos meses, tanto para a economia quanto para a política.

Ocorreram avanços no andamento da reforma da Previdência, que, se aprovada, vai conferir maior confiança. Apesar de sinais claros de atividade fraca no primeiro semestre, há um entendimento tanto de mercado quanto do empresariado de que a economia vai operar de forma mais aquecida. Mesmo assim, ele chamou atenção para o fato de que, mesmo com a alta em junho, o IAEmp opera em patamar muito baixo. Em maio, o indicador estava em 85,8 pontos, menor pontuação desde junho de 2016 (82,2). "Foi uma alta sim em junho, mas em cima de uma base de comparação muito fraca", afirmou ele.

Ele salientou ainda que, embora a reforma da Previdência seja o primeiro passo para otimismo maior com a economia, não é a única reforma necessária. Outras, como a tributária, também devem ser realizadas para aumento de otimismo entre o empresariado - que possa favorecer rodada de abertura de vagas. O especialista reiterou ser fundamental, além da aprovação da Previdência, ações mais incisivas do governo para reativar a economia e impulsionar o aumento de abertura de vagas.

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