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10/04/2019 | Aumento de impostos para elevar a arrecadação se mostrou ineficaz - Valor Econômico

Em outra frente de combate à expansão dos gastos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende acelerar as privatizações e a venda de imóveis da União para reduzir a dívida pública e, consequentemente, amortizar as despesas com o pagamento de juros. O chefe da equipe econômica de Jair Bolsonaro afirmou que os gastos com juros, da ordem de R$ 360 bilhões, compõem o segundo item mais elevado do orçamento, atrás da Previdência.

O objetivo é estimular outras fontes de arrecadação, incluindo recursos devidos por bancos do governo, para amenizar o passivo. "A meta para o BNDES é devolver [ao governo] R$ 126 bilhões este ano. Antes, pedalaram, então vamos 'despedalar'. Estimamos mais R$ 80 bilhões em privatizações. Já são aí R$ 200 bilhões. E vêm R$ 80 bilhões do que a gente chama de instrumento híbrido de crédito, que foram também alavancas para pedalar. Pedalaram um pouquinho na Caixa e no Banco do Brasil. Quero isso tudo de volta. A Caixa terá de vender subsidiária para me pagar, o Banco do Brasil também. Paguem à União. Vamos gerar um caixa forte este ano para dizer o seguinte: já estamos andando e, com as reformas, vamos mudar estruturalmente daqui para frente", disse Guedes.

O ministro criticou a gestão do patrimônio imobiliário do governo federal e afirmou ter determinado a venda de uma casa que foi oferecida a ele como moradia - a residência fica no Lago Sul, uma área nobre de Brasília. "O [governo do] Brasil tem 700 mil imóveis, um patrimônio calculado em mais de R$ 1 trilhão. Como não vai vender isso tudo? O descaso com os ativos da União e a falta de compromisso com a gestão deles são brutais. É algo que ofende quem está acostumado com a iniciativa privada. A mensagem é clara: vamos vender ativos", reforçou o ministro. O chefe da equipe econômica também chamou de "inaceitável" o montante gasto anualmente com os juros da dívida pública.

Para ele, o modelo inibiu empreendedores e tornou fácil a vida de quem tinha capital para investir a favor da alta. "Todo economista brasileiro virou banqueiro, isso aqui se tornou o país dos rentistas. Os juros na lua durante 20 anos, o que é uma dinâmica extraordinariamente negativa. Destrói qualquer empresa e deixou prefeituras e Estados quebrados", pontuou Guedes, acrescentando que há uma mudança na condução da política econômica. "Vamos fazer ajustes nessas contas." 

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