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01/03/2019 | Brasil abre 34 mil vagas com carteira em janeiro - O Globo

O mercado formal de trabalho criou 34.313 novos empregos no primeiro mês do ano. O número, no entanto, representa queda de 55,9% em relação ao observado em janeiro de 2018, quando o saldo positivo foi de 77.822 postos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

De acordo com o coordenador-geral de estatística da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Mário Magalhães, o emprego em janeiro foi influenciado pelo comércio, que ampliou a contratações de trabalhadores temporários no fim de ano e, em janeiro, demitiu boa parte deles. O comércio ficou com saldo negativo de 65.978 postos em janeiro.

— Não significa nenhuma tendência de retração na geração de empregos no período — afirmou Magalhães.

Em janeiro, os empregos com carteira foram puxados pelo setor de serviços, que registrou saldo positivo de 43.449 postos. Em seguida, ficou a indústria de transformação, com 34.929 contratações.

Na contramão do desempenho nacional, o Rio fechou 12.253 vagas com carteira assinada. Também houve resultado negativo nas regiões Norte e Nordeste.

O secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, destacou que o desempenho do mercado de trabalho tem relação direta com o crescimento da atividade econômica — que ainda está em ritmo fraco. O IBGE informou ontem que a economia brasileira cresceu 1,1% em 2018. Dalcolmo aproveitou para defender a reforma da Previdência como fundamental para o país voltar a crescer.

Em janeiro, as demissões acordadas entre patrões e empregadores atingiram 17.754 desligamentos. Essa modalidade foi introduzida com a reforma trabalhista.

Os contratos intermitentes (por hora) registraram saldo positivo de 3.352 empregos no mês passado: quase 10% do total da geração de vagas.

De acordo com o Caged, o melhor resultado já observado para o mês foi registrado em 2010, quando foram abertos 181.419 postos. Já o pior desempenho foi em 2009, quando foram eliminados 101.748 empregos.

‘VAI DEPENDER DA REFORMA’

O economista José Márcio Camargo destacou que o resultado do mercado de trabalho abaixo do esperado se deve à combinação de dois fatores: desaceleração da economia brasileira, em função do cenário de incertezas envolvendo a reforma da Previdência, e desaquecimento do comércio internacional. Ao ser indagado sobre expectativas para a geração de empregos nos próximos meses, respondeu que isso também depende da reforma:

—No cenário interno, tudo vai depender de como a reforma da Previdência caminhar.

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