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18/02/2019 | Economia real à espera da reforma da Previdência - O Globo

Da cerveja ao varejo, passando por medicamentos e logística, diferentes setores econômicos traçam seus cenários de retomada dos investimentos de acordo com as chances de aprovação da reforma da Previdência, principal projeto do governo Bolsonaro, e o otimismo que pode gerar na economia.

Ogoverno enfrentará uma corrida contra ot empopara aprovara reformadaPr evidência. Casos e confirme a sinalização do presidente da Câmara, Rodrigo Maia( D EM RJ ), dese gu iràrisc ao regimento, o texto passará por um processo longo, que inclui análise em comissões, votação em dois turnos nas duas Casas Legislativas e ainda estará sujeito à obstrução da oposição, que pode atrasar o processo. O presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, diz esperar uma reforma profunda para melhorar a imagem do país, dar maior estabilidade à economia, atrair investimentos estrangeiros e aumentar o nível de emprego, o que tem impacto nos gastos com saúde. Já uma reforma “desidratada”, diz, não resolve as restrições do governo para investir, por exemplo, na compra de medicamentos para a rede pública.

AMBIENTE DE NEGÓCIOS

Aloisio Araújo, economista da EPGE/FGV, diz que as mudanças nas regras para a aposentadoria podem abrir espaço nas contas do governo para mais investimentos em saúde, educação, tecnologia e infraestrutura, além de melhorar o ambiente de negócios. Mas adverte quen ãoéa única solução necessária para destravara economia. Faltam outras reformas importantes, como a tributária: —O Brasil é dos países com maior carga tributária no mundo. É preciso simplificar par aficar mais fácil para as empresas investirem. T ambé mé preciso cuidar da regulação bancária, para reduzir o custo do crédito, ainda muito alto. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, compara a aprovação da reforma ao desmonte de uma bomba-relógio, mas observa que o otimismo pode resultar numa valorização do real e a perda de competitividade de produtos brasileiros diante de importados. Isso anestesiaria o impacto nas vendas das tecelagens. Ainda assim, ele diz que a reforma é imprescindível. No mercado financeiro, a aposta é que o texto passe até o terceiro trimestre deste ano. Essa é a projeção, por exemplo, da agência de classificação de risco Moody’s, em nota enviada a clientes neste ano. Segundo Eduardo Velho, economista-chefe e sócio da GO Associados, os investidores já estão “precificando” a aprovação da reforma. No jargão financeiro, isso significa que, quando o texto passar, o mercado já terá antecipado esse movimento.

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