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18/07/2017 | Abaixo do esperado, dado de junho mostra retomada gradual - Valor Econômico

O terceiro saldo positivo seguido na geração de vagas formais em junho mostra que o mercado de trabalho segue em recuperação, embora em ritmo bastante gradual e abaixo do esperado pelo mercado. A média de nove analistas ouvidos pelo Valor Data estimava abertura de 31,7 mil empregos com carteira no período, quando foram abertos 9.821 postos de trabalho.

Segundo economistas, o baixo nível de confiança do empresariado em meio ao ambiente de incertezas e a trajetória fraca de reação da atividade impedem aumento mais consistente das contratações, tendência que deve persistir no segundo semestre. 

"Estávamos esperando um presente e veio uma lembrancinha", disse Fabio Romão, economista da LCA Consultores, que previa a criação de 47 mil postos de trabalho com carteira no mês passado. "Vejo o dado mais como um estancamento do processo de fechamento de postos. É uma recuperação muito gradual". 

Com o ajuste sazonal da LCA, após ter ficado praticamente no zero em maio, com abertura de 159 postos com carteira, houve fechamento de 1,87 mil vagas no mês seguinte, desempenho considerado pela consultoria como estabilidade. Os números ajustados poderiam ser melhores, diz Romão, uma vez que a renda dos trabalhadores está em alta ante iguais meses do ano anterior desde o fim de 2016. Segundo ele, as maiores surpresas negativas do mês vieram dos setores de construção e de serviços, que eliminaram 8.963 vagas e 7.273 vagas, respectivamente. "A confiança ainda está abalada e, por isso, as contratações estão ocorrendo em ritmo modesto", avalia Romão. Nesse sentido, a crise política pode impor ainda mais lentidão na retomada do mercado de trabalho.

De acordo com a MCM Consultores, o resultado de junho reforça que o mercado formal deve se recuperar a passos mais lentos no restante do ano. A consultoria observa que o patamar de admissões e demissões segue baixo: com a dessazonalização da MCM, 1.180.114 pessoas foram contratadas no mês, frente 1.193.811 dispensadas. 

Há uma melhora em curso nos dados de emprego, ainda que limitada, avalia Thiago Xavier, economista da Tendências Consultoria. "O dado veio praticamente em linha com o previsto", diz Xavier, que trabalhava com saldo positivo pouco maior em junho, de 20 mil vagas. 

Além do terceiro resultado positivo mensal, o economista destaca que, no acumulado de janeiro a junho, o saldo entre admissões e demissões foi positivo, ante fechamento de 550 mil empregos com carteira em 2016 e eliminação de 390 mil postos em 2015. "À luz dos últimos dois anos, vemos uma melhora, mas limitada, porque o resultado do primeiro semestre foi bastante subsidiado pelo setor agropecuário", disse. Nos primeiros seis meses do ano, destaca ele, a agropecuária criou 110 mil vagas com carteira, enquanto os serviços - que empregam 36% do estoque de vagas formais - e a indústria também mostraram saldo positivo de vagas com carteira assinada. "A atividade está em estabilização, mas  nesse cenário de incertezas, os efeitos positivos da atividade no mercado de trabalho são limitados", resume Xavier.

Para o acumulado de 2017, a Tendências trabalha com eliminação de 25 mil postos de trabalho com carteira. No acumulado dos últimos dois anos, cerca 3 milhões de postos foram fechados. Já a LCA prevê criação líquida de 50 mil postos este ano. "Não é uma retomada crescente. As contratações podem acelerar um pouco e depois diminuírem de ritmo", reforçou Romão.

 

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