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18/07/2017 | Enquanto vagas formais crescem, mulheres perdem 11 mil postos - Folha de S.Paulo

Coluna Mercado Aberto

O número de vagas de trabalho formal para mulheres caiu mais de 11 mil no primeiro semestre deste ano, enquanto para homens houve criação de postos. Os dados são do Caged, sistema do Ministério do Trabalho.

A discrepância acontece porque a maior parte dos novos empregos vieram da agricultura, afirma Vagner Bessa, da Fundação Seade.

"É o setor agropecuário que responde bem, e nele a predominância da força de trabalho é masculina."

Outras áreas, como comércio e indústria da transformação, perderam postos.

"Os números nesses setores são péssimos e precisam melhorar para que haja um equilíbrio na criação de vagas entre gêneros, pois não são funções masculinizadas como a agricultura", diz George Sales, economista da Fipecafi.

As novas regras da CLT devem gerar mais postos de trabalho, mas de julho até novembro, quando elas passam a valer de fato, deve haver fechamento de vagas, afirma.

Os salários iniciais (de contratação) das mulheres continuam 10% mais baixos que o dos homens, mas ambos tiveram altas (o delas, de 4,25%, e o deles, 3,2%).

 

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