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07/07/2017 | Varejo fecha quase 10 mil estabelecimentos no 1º trimestre - Valor Econômico

A Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviços (CNC) estima que no primeiro trimestre deste ano foram fechadas 9,965 mil estabelecimentos no varejo brasileiro. Segundo o economista Fábio Bentes, o volume de lojas fechadas foi o menor desde o primeiro trimestre de 2015 e mostrou uma queda de 75% ante igual período de 2016, configurando uma "despiora" na atividade. Ele aposta que, no ano, o resultado de aberturas e fechamentos de estabelecimentos deve ficar no "zero a zero".

Bentes trabalha com uma previsão de alta de 1,2% nas vendas do varejo ampliado e com um cenário moderadamente otimista para o desempenho das vendas no Natal com alta entre 1% a 3%, em contraponto à queda de 4,9% no Natal do ano passado. Ele avalia que, com a relativa estabilidade do câmbio, deve haver alta de importações no próximo Natal.

"A receita de bolo é bem mais favorável no segundo semestre deste ano", disse Bentes, citando a queda da inflação junto com a ancoragem das expectativas, a estabilidade cambial, a retomada dos empregos, a queda dos juros, entre outras.

O ex-diretor do Banco Central e chefe da divisão econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, disse que o ritmo de recuperação da atividade econômica será determinado pela "âncora política", mas traçou um cenário relativamente favorável para a trajetória da economia nos próximos trimestres e no próximo ano.

Ele relatou que houve alguma frustração neste ano com o crescimento, refletindo o crédito contraído e a crise política, e projetou estabilidade do PIB em 2017 e uma expansão pouco superior a 1% no ano que vem. Para Freitas, o crédito deve ficar relativamente estável neste ano, com alta nominal de 2% (número próximo do Banco Central) e queda real, dada a inflação de 3,2% projetada para este ano. 

O economista acredita que, com a queda da inflação, a taxa de juros deve chegar a 8% neste ano e a 7% em 2018. Para ele, o quadro internacional seria um risco importante para a recuperação, caso haja alta mais forte do que se espera nos juros americanos, mas avalia que não é o cenário mais provável e a recuperação cíclica deve ocorrer. "O crescimento em 2018 está contratado com ou sem reforma da Previdência", disse Freitas, destacando que a incerteza em torno da reforma pressiona os juros de longo prazo.

Para ele, o Brasil vive uma política fiscal altamente contracionista, devido ao contingenciamento de gastos, e que o alívio para a atividade deve vir da política monetária. Freitas ressaltou que houve queda no endividamento das famílias, apesar da recente alta nos atrasos de pagamentos, e isso pode ajudar a elevar o crescimento econômico mais à frente.

Na visão de Freitas, o cenário de redução dos juros de curto prazo enquanto as taxas mais longas seguem pressionadas reflete a não aprovação da reforma previdenciária, por conta da crise política.

"A falta de reforma pressiona os juros longos" disse. Para ele, se nas eleições de 2018 houver indicação de compromisso com as reformas de um candidato com chance de vitória, os juros longos tendem a cair. "Se tiver no radar reforma da Previdência para os próximos anos, vai atrair muitos investimentos."

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