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05/07/2017 | Pequena e média empresa não vê efeito de redução de juro pelo BC - Folha de S. Paulo

FILIPE OLIVEIRA

A política de queda dos juros adotada pelo Banco Central desde o fim do ano passado ainda não trouxe efeitos positivos segundo 7 de cada 10 donos de pequenas e médias empresas.

Para mais da metade desses empresários (56%), não houve efeitos positivos da diminuição dos juros, mostra pesquisa do Insper. Outros 16% disseram que a queda afetou seus negócios negativamente.

Os demais 28% apontaram melhora com a política monetária do BC.

Gino Olivares, professor de economia do Insper, afirma que a baixa percepção de melhora pelo empresariado decorre, em parte, da necessidade de prazo maior (de ao menos dois ou três trimestres) para que essa política do Banco Central impacte plenamente a economia.

O BC começou a cortar os juros em outubro do ano passado, quando eles estavam em 14,25% ao ano. A taxa atual é de 10,25%.

Além disso, insatisfações com o cenário político e econômico podem contaminar a percepção dos empresários a respeito de medidas promovidas pelo governo, diz Olivares.

Felipe dos Anjos Chiconato, consultor do Sebrae-SP, afirma que o modo muitas vezes inadequado pelo qual empresários se relacionam com crédito torna mais difícil que obtenham empréstimo com taxas de juros atraentes e percebam melhora no mercado.

"Boa parte deles escolhe a linha de crédito pela comodidade, preferindo o cheque especial em grandes bancos à busca por agências de fomento ou cooperativas, que, em geral, têm taxas menores."

As taxas de juros em operações de cheque especial para pessoa jurídica tiveram queda tímida entre outubro de 2016 e maio deste ano, indo de 340,5% ao ano para 339,5%, de acordo com dados do BC.

Já operações de capital de giro tiveram juros médios reduzidos de 25,4% para 22,3% no período.

Para Joseph Couri, presidente do Simpi (sindicato das micro e pequenas indústrias), o fato de o crédito ainda ser pouco acessível a pequenas empresas faz com que essas reduções, na prática, tenham pouco efeito.

Pesquisa da instituição aponta que, em maio, 62% das micro e pequenas indústrias apontavam ter capital de giro em nível insuficiente ou limitado.

CONFIANÇA

O estudo do Insper também indicou que, apesar da crise política iniciada com a delação premiada dos sócios da JBS em maio, a confiança dos pequenos empresários para o próximo trimestre ficou estável.

Para o levantamento, feito em parceria com o Santander, foram ouvidos 1.292 empresários. A margem de erro é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. 

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