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30/06/2017 | Setor de calçados cresce 4% no semestre e revê projeções - Valor Econômico

A indústria de calçados vai encerrar o primeiro semestre com crescimento de 4% no volume de produção, após registrar um incremento de 1,3% em 2016 e queda de 5,4% em 2015. O crescimento acima do esperado das exportações nos primeiros meses do ano levou a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) a revisar a perspectiva de desempenho do setor no ano. Colaborou para a mudança o aumento das vendas no mercado interno, um movimento que era esperado apenas para o quarto trimestre.

"A impressão inicial era de que seria muito difícil uma recuperação do setor neste ano, mas os números estão me desmentindo. Talvez o setor cresça 10% a 15% em produção em dois anos", afirmou Heitor Klein, presidente da Abicalçados. O executivo espera para 2017 um crescimento do setor de pelo menos 4%, contra uma estimativa inicial de estabilidade na produção.

Dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam um aumento na produção de calçados de 1,5% de janeiro a abril. As vendas no mercado interno avançaram 6,3% em volume e 9,1% em receita nominal no acumulado de janeiro a maio. 

As exportações da categoria avançaram 1,1% em volume, para 49,2 milhões de pares, e 20,6% em valor, para US$ 521,1 milhões. Nos cinco primeiros meses do ano, as empresas locais criaram 15,8 mil postos de trabalho, chegando a 305 mil vagas.

Klein observou que a instabilidade política afeta o desempenho do varejo como um todo e o ânimo das indústrias, de investidores e de consumidores. "Mas o setor calçadista reage mais rápido que outras indústrias. Se a demanda aumenta, a indústria consegue ampliar a produção rapidamente", disse.

Abdala Jamil Abdala, presidente da Feira Francal, que será realizada entre 2 e 5 de julho em São Paulo, considera que a economia brasileira tem mostrado sinais de recuperação independentemente da crise política atual. "A tendência no segundo semestre é de melhora no setor de calçados. As linhas de primavera e verão são mais leves, têm custo menor e podem ser vendidas a preços mais baixos que as botas e sapatos de inverno", disse Abdala.

O Grupo Amazonas, empresa de Franca (SP) com receita de R$ 300 milhões, está entre as empresas beneficiadas pela melhora no ambiente doméstico. Frederico Pucci, gerente do negócio de sandálias do Grupo Amazonas, disse que suas vendas no mercado interno avançaram 20% no primeiro semestre. A empresa é responsável pela produção e distribuição das marcas Reef, Cavalera, Red Nose, Peanuts, Planet Girls e Polo Wear. A companhia também produz de forma terceirizada para marcas como Colcci, Calvin Klein, Track and Field, Hugo Boss, Billabong e Ellus.

"A expectativa para o segundo semestre é de um desempenho melhor", disse Pucci. Ele espera um avanço de pelo menos 20% nas vendas do mercado interno na segunda metade do ano. Para as exportações, estima uma alta de 5%. "A crise no petróleo afetou as vendas para o Oriente Médio e o clima também não ajudou as exportações de sandálias para a Europa", observou Pucci. A Amazonas esperava um avanço de 15% nas exportações neste ano. No primeiro semestre, a alta foi de 5%.

As maiores empresas do setor, Alpargatas e Grendene, não quiseram comentar o assunto. Anteriormente, as companhias informaram que esperavam uma melhora no desempenho de vendas do mercado interno a partir do segundo trimestre. No primeiro trimestre, o lucro da Alpargatas aumentou 62,1%, para R$ 179,8 milhões; o da Grendene subiu 19,6%, para R$ 171,8 milhões. O lucro da Arezzo cresceu 51%, para R$ 22,2 milhões, e o da Vulcabras Azaleia cresceu 1.138%, para R$ 26 milhões.

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