• REFORMA TRABALHISTA – LEI N. 13.467/17 - Com a Reforma Trabalhista em vigor, atenção para estas orientações
  • Jornal Fenaserhtt
  • Sindeprestem patrocina 37º FÓRUM GERH
  • BRASIL RETOMA POTENCIAL DE INVESTIMENTO COM NOVAS LEIS TRABALHISTAS
  • SETOR DE SERVIÇOS ALERTA CASA CIVIL E MINISTÉRIO DO TRABALHO  PARA INTERFERÊNCIAS NA REFORMA TRABALHISTA
  • FENASERHTT diz ser contra MP da Reforma Trabalhista em Audiência com Ministro Ronaldo Nogueira
  • comunicado_vander
  • fórum cebrasse
  • Wec50anos
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • 26anos Novo

30/06/2017 | Com centrais divididas, greve deve ter baixa adesão - Valor Econômico

A falta de consenso entre as principais centrais sindicais e a ameaça de multa para as categorias que cruzarem os braços devem enfraquecer a adesão dos trabalhadores à greve convocada para hoje em todo o país contra as reformas do governo Michel Temer. Em linhas gerais, somente os sindicatos filiados à CUT e à CTB vão de fato parar com suas  atividades ao longo de todo o dia. Os demais, ligados à Força Sindical e UGT, prometem apenas paralisações. São esperados atos no Distrito Federal e em mais 23 Estados.

Em São Paulo, as mobilizações devem ser lideradas por bancários, professores e metalúrgicos de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Outras categorias, no entanto, optaram por não engrossar as fileiras do movimento, ao contrário do que fizeram na greve geral de 28 de abril. É o caso dos trabalhadores dos trens da CPTM, dos metroviários, motoristas de ônibus, ferroviários, comerciários e dos metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes, Santo André e São Caetano. Estes farão paralisações pontuais em portas de fábricas e empresas.

Em assembleia ontem, os aeroviários também decidiram pela não paralisação.

A despeito das divergências, as centrais sindicais também programaram uma manifestação conjunta, às 11h, em frente à Superintendência Regional do Trabalho, no centro da capital paulista. "Não vamos fazer uma greve geral. Faremos um dia de paralisação nacional. Cada sindicato vai participar conforme sua força", disse o secretário-geral Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

O foco do Congresso na aprovação da reforma trabalhista, segundo Juruna, explica parte da baixa adesão dos sindicatos. "Depois de dois grandes atos, (28 de abril e 24 de maio), considero natural que a mobilização agora seja menor. Só metade da população economicamente ativa está na CLT. Além disso, a reforma da Previdência, que tem um apelo maior, envolve outras pessoas, como os aposentados, perdeu espaço no debate político", afirmou o secretário-geral da Força.

Já o presidente da UGT, Ricardo Patah, ressaltou que as principais categorias ligadas aos transportes estão sendo pressionadas pelo Ministério Público, com ameaças de multa para os sindicatos que cruzarem os braços. Filiados à UGT, os motoristas de ônibus da capital paulista trabalharão normalmente depois de serem multados na última greve geral em cerca de R$ 40 milhões, de acordo com Patah. "Por isso foi difícil um consenso entre as centrais", disse.

A Força Sindical e a UGT não participarão, contudo, do ato convocado pela CUT no Masp, na avenida Paulista, às 16h. As duas centrais sindicais avaliam que essa manifestação tem um teor político, com reivindicações pelo "fora Temer", que fogem à pauta das entidades contra as reformas do governo federal. Especula-se que as duas centrais teriam recuado na pressão ao governo após encontro nesta semana com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em que ficou acertada uma audiência com o presidente Temer para debater as mudanças trabalhistas.

Principal defensor da greve de hoje, o presidente da CUT, Vagner Freitas, afirmou que a pressão das ruas é a única saída para impedir a aprovação de medidas que vão submeter a classe trabalhadora "a condições de trabalho semelhantes a que tínhamos na época da escravidão". "É inadmissível um presidente querer se manter no Poder aprovando a pauta patronal de retirada de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. Mais grave ainda é que esse presidente não tem legitimidade nem moral e é o primeiro da história do Brasil a ser oficialmente denunciado por corrupção", acrescentou Freitas.

Os petroleiros da FUP também vão parar, só que por tempo indeterminado, para denunciar "as mazelas do desmonte comandado por Pedro Parente", presidente da Petrobras. A categoria exige a suspensão dos cortes de efetivos. As refinarias paradas são: Refap (RS), Repar (PR), Usina de Xisto (Six/PR), Replan (Paulínia/SP), Recap (SP), Reduc (Duque de Caxias/RJ), Regap (MG), Rlam (BA), Abreu e Lima (PE) e Reman (AM).

 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02