• Sindeprestem patrocina 37º FÓRUM GERH
  • BRASIL RETOMA POTENCIAL DE INVESTIMENTO COM NOVAS LEIS TRABALHISTAS
  • LANÇAMENTO DO LIVRO “TERCEIRIZAÇÃO, UMA ABORDAGEM ESTRATÉGICA” REÚNE CONVIDADOS EM NOITE DE AUTÓGRAFOS
  • SETOR DE SERVIÇOS ALERTA CASA CIVIL E MINISTÉRIO DO TRABALHO  PARA INTERFERÊNCIAS NA REFORMA TRABALHISTA
  • HIGIEXPO 2017
  • Download Cartilha sobre Lei 13.429/2017
  • Banner Homenagem Relator
  • FENASERHTT diz ser contra MP da Reforma Trabalhista em Audiência com Ministro Ronaldo Nogueira
  • LEI13467
  • comunicado_vander
  • Palestra Explicativa sobre a Medida Provisória nº 783/2017
  • fórum cebrasse
  • Vander Morales representa Brasil em palestra no Uruguai
  • Wec50anos
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Pl 4302 1998 Agora E Lei 13429 2017
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • 26anos Novo

29/06/2017 | Jovens ainda preferem trabalhar sob o modelo CLT - Valor Econômico

Por Letícia Arcoverde

Embora reconheçam o impacto inevitável das novas tecnologias no mercado de trabalho, os jovens que estão iniciando a vida profissional no eixo Rio-São Paulo preferem trabalhar sob o modelo CLT, na comparação com um possível modelo mais flexível, inspirado nas leis trabalhistas americanas.

Segundo levantamento da empresa de recrutamento executivo Signium, a maioria enxerga a futura carreira como uma fonte de desenvolvimento pessoal e realizações e - na contramão do que se diz sobre a geração Y e sua pouca lealdade com empregadores- se imagina trabalhando na mesma empresa por mais de sete anos.

A pesquisa foi realizada com 600 pessoas de 18 a 25 anos, nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, a maior parte dos quais está em meados ou já terminou o ensino superior. Um quarto era apenas estudante, e 63% trabalhavam no período da pesquisa, realizada em abril.

Metade dos entrevistados considera a CLT o modelo de trabalho mais adequado para o Brasil nos próximos 10 anos. Cerca de um terço (34%) dizem preferir um modelo inspirado no americano, considerado mais flexível, com pagamento por hora e diversas fontes de renda. Já 17% consideram ambos inadequados.

Para o sócio-diretor da Signium, Marcelo Apovian, o resultado apresenta uma contradição na relação dos jovens com o trabalho. "Eles são convictos que a tecnologia vai transformar a forma de se relacionar com o trabalho, mas acreditam na segurança da CLT, que é um modelo antiquado", diz.

Essa visão se reflete nos principais pontos observados na busca por emprego. Mais da metade (58%) almeja oportunidades de crescimento, 49% querem salários e benefícios generosos e 29% estão em busca de estabilidade. A maioria (59%) se vê trabalhando por mais de sete anos na mesma empresa - cerca de 40% se imagina, inclusive, atuando por mais de uma década no mesmo lugar.

Uma parcela demonstra, no entanto, desejo de se arriscar no empreendedorismo. Enquanto 52% dos jovens considera que seu ambiente de trabalho ideal são empresas nacionais ou multinacionais de médio e grande porte, 25% preferiria empreender. Questionados sobre como se enxergam em 10 anos, a maior parte (27%) gostaria de ter o próprio negócio, enquanto apenas 16% vislumbram alcançar um cargo de liderança.

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02