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21/06/2017 | Eleição de 2018 ameaça reformas, dizem analistas - Valor Econômico

O cenário político conturbado pode não atrapalhar muito o desempenho da economia este ano, mas as eleições de 2018 representam risco real à agenda de reformas necessárias para o país voltar a crescer. Até essa definição, a economia deve ser afetada pela incerteza. A avaliação foi feita por empresários e economistas que participaram de evento promovido pelo Instituto Millenium.

Os acertos na política econômica do atual governo abrem espaço para que a economia se descole da política, disse Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos. "Minha maior preocupação é se essa volta da economia será suficiente para termos eleições organizadas. É preciso um debate sério sobre a agenda econômica no ano que vem", disse.

Segundo Zeina, a sociedade avalia que somente combater a corrupção é suficiente e, por isso, existe o risco de que discursos populistas ganhem terreno, evitando o debate econômico. "É exagero dizer que vamos repetir 2002, mas não consigo jurar de pé junto que não vamos. O grau de incerteza é muito grande, tem potencial de gente muito esquisita no ano que vem".

O déficit fiscal está em 2,4% do PIB, observou a economista, enquanto o Brasil precisa fazer superávit primário de 2,5% do PIB. A agenda de reformas a ser enfrentada é dura e o debate econômico avançou, mas o desafio é grande. "Não há espaço para populismos", afirmou.

Os negócios da Klabin não foram afetados diretamente pela crise política mais recente, mas num país como o Brasil, não é possível ter uma economia totalmente descolada da política, avaliou Horácio Lafer Piva, membro do conselho de administração da empresa.

A reforma previdenciária será aprovada de forma bem mais fraca do que deveria e a reforma tributária foi jogada para frente, disse, questões que afetam bastante o humor do empresariado. "A credibilidade do país e as expectativas dos agentes econômicos estão muito ligadas à política. É difícil voltar a ter vigor econômico se a política não se acertar."

Stephane Kaloudoff, CEO do Banco Confidence, afirmou que, apesar da instabilidade política, o Brasil segue um mercado forte e com muito potencial. "Sou bastante otimista com o país no longo prazo. Os fundamentos do Brasil não mudaram e isso é importante para o investidor estrangeiro", disse Kaloudoff.

Segundo Cláudio Lottenberg, presidente do UnitedHealth Group Brasil, a perspectiva para o setor de saúde no país é positiva, tanto para o setor público quanto para o privado, mas um cenário de estabilidade aumentaria os investimentos da sociedade na área e ajudaria o país a crescer.

 

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