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20/06/2017 | Governo já estima ritmo menor de expansão no 4º tri - Valor Econômico

Em meio às incertezas geradas pela crise política, as projeções de crescimento econômico do governo também começaram a ser impactadas. O Valor apurou que, na semana passada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse em uma das diversas teleconferências das quais tem participado com investidores que o ritmo de expansão da economia chegaria a 2,2% no quarto trimestre deste ano, na comparação com igual período de 2016. O dado é inferior aos 2,7% que o ministro vinha mencionando em público e até em outras conferências e aumenta o risco de revisão para baixo na estimativa oficial de 0,5% de alta do PIB neste ano.

Desde que a crise política se agudizou, em 17 de maio, a equipe econômica do governo tem reforçado seu diálogo com o mercado financeiro, em especial com investidores internacionais. Somente Meirelles participou de sete reuniões com investidores, uma delas na viagem que fez à França há duas semanas, onde também teve um encontro com um representante de uma das maiores gestoras de recursos do mundo, a Pimco. Outros integrantes da equipe econômica também têm tido encontros com investidores com elevada frequência desde o estouro da crise política.

Apesar da redução na expectativa de ritmo de crescimento no fim do ano, a mensagem central transmitida ao mercado é de que a política econômica continua na mesma direção; que a agenda de reformas segue adiante, apesar de alguns atrasos, e que a economia está em trajetória de recuperação e seguirá acelerando. 

A estratégia de intensificar as conversas com investidores, segundo uma fonte da equipe econômica, se deve à maior demanda desses agentes por informações sobre o Brasil. Isto, explica esse interlocutor, reflete, de um lado, maior interesse dos investidores pelo país e, de outro, a busca de informações sobre a crise política e seus impactos sobre a agenda econômica. "O mercado está interessado no Brasil, tem interesse concreto de investir no país. Além disso, quer saber sobre o andamento das reformas e o impacto da crise política nesse cronograma", disse.

Na visão desse interlocutor, a estratégia está dando resultados, tanto que os preços de ativos têm oscilado relativamente pouco depois do primeiro dia de alta volatilidade na crise. "Acho que o mercado está reagindo bem a esta situação, porque leva a sério nossa posição sobre as reformas e sobre a continuidade da orientação de política econômica. Se houvesse dúvida sobre isso, o comportamento seria outro, mais volátil e com taxas piores", afirmou. Outra preocupação que tem sido levada ao governo nessas conversas com investidores é sobre o impacto da crise no crescimento. Mesmo com o governo vendo ritmo um pouco menos intenso no fim do ano, o cenário ainda é colocado como favorável. "É normal que ao longo do ano os dados sejam reajustados", diz a fonte. Os dados recentes relativos ao mês de abril, como varejo e serviços, surpreenderam positivamente e estão sendo utilizados pela equipe econômica para reforçar o discurso sobre o cenário de recuperação em curso. Apesar de ver uma desaceleração no segundo trimestre, os técnicos do governo ainda vêm um resultado positivo no período e não uma queda, como apontam alguns analistas. O ritmo menor esperado para o último trimestre do ano matematicamente aponta para uma queda na projeção de 0,5% de crescimento do PIB para o ano. Esta alteração, contudo, só será feita na próxima revisão de projeção que está prevista para daqui um  mês, no relatório bimestral. Como os números projetados têm oscilado muito a cada semana, a possibilidade de redução na estimativa do ano, que no mercado já caiu para 0,4% e ainda segue sendo revista, é admitida na equipe econômica, mas com a ressalva que daqui a um mês o cenário pode permitir a manutenção do número atual.

Uma revisão para baixo, ainda que pequena, pode implicar piora na projeção de receitas administradas, reforçando a necessidade do governo de contar com recursos extraordinários não só para fechar suas contas, mas para reduzir o corte de gastos. 

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