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14/06/2017 | Emprego sobe nos países ricos, mas salários não - Valor Econômico

O número de pessoas com emprego no mundo desenvolvido superou o patamar pré-crise, mas os novos empregos criados são mais polarizados e instáveis do que os que foram eliminados.

O relatório anual de emprego da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado ontem, revela que a taxa de emprego para as pessoas entre 15 e 74 anos de idade nos países que fazem parte da organização chegou a 61% no ano passado. Isso a coloca acima do pico de 60,8% registrado no fim de 2007, pouco antes da recessão mundial acabar com o emprego de milhões de pessoas.

O documento enfatiza o que a OCDE chama de momento "paradoxal" pelo qual passa o mundo desenvolvido: o emprego está em alta, assim como a irritação dos trabalhadores com a globalização e a desigualdade.

"O desemprego está diminuindo, mas muitas pessoas não sentem os benefícios disso, pois se deparam com salários estagnados e não têm perspectiva de carreira: precisamos de um mercado de trabalho inclusivo que reconecte os benefícios de nosso modelo econômico com aqueles que trabalham nele", disse ontem Angel Gurría, secretário-geral da OCDE.

O descontentamento vem provocando um exame de consciência na OCDE, formada por 35 dos países mais ricos do mundo. "A reação populista contra a globalização desafia o aconselhamento de políticas oferecido por organizações internacionais como a OCDE, que há muito enfatiza os benefícios da integração global", diz o relatório.

O estudo da organização mostra que os mercados de trabalho estão "ocos", com menos vagas na faixa intermediária da pirâmide de trabalho e mais no topo e na base. A participação dos empregos de média capacitação caiu 9,5 pontos percentuais entre 1995 e 2015 nos países da OCDE, enquanto a participação dos empregos de alta e baixa capacitação subiu 7,6 e 1,9 pontos percentuais, respectivamente.

Cerca de um terço dessa polarização se deve à destruição de empregos no setor industrial e sua substituição por vagas de menor capacitação no setor de serviços. O resto se deve à polarização dentro dos setores. A OCDE atribui isso mais ao desenvolvimento de novas tecnologias do que à globalização, embora tenha dito que é difícil separar as duas tendências.

A OCDE desenvolveu um novo modelo para avaliar a qualidade, a inclusão e a resistência dos mercados de trabalho. Ele inclui medidas como a proporção de pessoas com menos da metade da renda média, disparidades salariais entre homens e mulheres, e a capacidade dos empregos de extenuar as pessoas. Segundo essas medidas, insegurança do mercado de trabalho e renda baixa aumentaram em muitos dos países da OCDE entre 2006 e 2015. 

O documento traz também boas notícias: a maioria dos países reduziu as disparidades salariais entre os gêneros e integrou melhor os grupos em desvantagem, como os deficientes, no mercado de trabalho. Os países da Europa que enfrentam problemas fiscais, como a Espanha e a Grécia, registraram uma queda na maioria das medidas sobre seus mercados de trabalho, enquanto a Alemanha, Israel e Polônia conseguiram melhorar a maioria delas.

A OCDE também reavaliou seu conselho sobre como melhorar os mercados de trabalho, passando a apoiar mais as entidades sindicais. "O ajuste do mercado de trabalho à mudança estrutural deverá prosseguir mais tranquilamente e deixar menos trabalhadores para trás, se as entidades sindicais ou outras formas de representação dos trabalhadores permitirem que os interesses desses sejam levados mais em conta", diz a organização.

John Evans, secretário-geral do Conselho Consultivo Sindical da OCDE, disse: "Esse reconhecimento precisa agora ser traduzido em recomendações para fortalecer acordos coletivos de trabalho e o diálogo social entre os países".

 

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