• fórum cebrasse
  • Vander Morales representa Brasil em palestra no Uruguai
  • Wec50anos
  • 26 anos Novo
  • Palestra Explicativa sobre a Medida Provisória nº 783/2017
  • Câmara setorial
  • DOWNLOAD CARTILHA
  • DECISÃO FAVORÁVEL : FENASERHTT CONSEGUE EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS
  • 2910x450 Banner Bombeiro Civil Cartilha Sindeprestem
  • Pl 4302 1998 Agora E Lei 13429 2017
  • Sindeprestem Institucional
  • Benefício Social Familiar
  • Conferência Internacional do Setor de Serviços Brasil-Portugal

14/06/2017 | Oposição tenta protelar sessão que analisa reforma trabalhista - O Globo

Proposta será votada na Comissão de Assuntos Sociais do Senado
POR BÁRBARA NASCIMENTO

BRASÍLIA - Dispostos a protelar ao máximo a discussão da reforma trabalhista, os senadores da oposição devem fazer com que a sessão da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) se estenda ainda por muitas horas.

O senador Paulo Paim (PT/RS) leu por quatro horas um voto em separado ao texto. Outros três senadores - Vanessa Grazziotin, Randolfe Rodrigues e Lídice da Mata, todos da oposição - estão inscritos para fazer o mesmo. Mais cedo, seguindo acordo costurado entre oposição e a base do governo, o relator da reforma trabalhista, Ricardo Ferraço (PSDB- ES), leu seu parecer na CAS.

O relatório de Ferraço foi mesmo apresentado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o senador também era relator, e mantém o texto tal qual veio da Câmara dos Deputados. O acordo é que a discussão e a leitura de todos os votos em separado seja feita ainda hoje. Na próxima terça-feira, a ideia é discutir por 1h30 e votar a matéria.

No dia seguinte, o acordo prevê que o projeto será apresentado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A votação na CCJ está prevista para o dia 28 de junho, quando a matéria ficará, então, livre para ir a plenário.

Assim como na CAE, o parecer de Ferraço sugere alterações em seis itens. Essas mudanças, no entanto, serão feitas diretamente pelo Palácio do Planalto. Um acordo costurado entre Ferraço e a Presidência da República estipula que seis itens serão vetados do texto.

Assim, o governo consegue aprovar a reforma trabalhista com mais celeridade. Se o Senado alterasse diretamente o texto, ele teria que voltar para a Câmara, o que alongaria a tramitação.

 

Coffee News

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02