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09/06/2017| Meirelles prevê aprovação das mudanças na CLT ainda este mês e minimiza crise política – O Globo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, aposta em uma aprovação da reforma trabalhista ainda em junho, mas disse que um eventual atraso de alguns meses não perturbará os planos do governo:

 

— Existe uma possibilidade boa de haver uma votação ainda este mês, que é a expectativa. Agora, a questão da reforma trabalhista é a mesma da Previdência, não é uma mudança para ter um efeito emergencial nos próximos meses, mas uma medida de longo prazo. Não há dúvidas de que se for aprovada em junho, melhor. Se for aprovada na primeira quinzena de julho, antes do recesso, bom. Agora, se por alguma razão vote em agosto, do ponto de vista da produtividade do país, não serão 15 dias ou 20 dias, um mês, que vão fazer diferença.

 

Meirelles considera que o relatório da reforma trabalhista já foi suficientemente negociado e que não deverá sofrer novas alterações.

 

Em reuniões bilaterais e com investidores estrangeiros, o ministro admitiu a preocupação de seus interlocutores com as incertezas políticas no Brasil, mas disse que conseguiu tranquilizá-los em relação à estabilidade econômica do país. Meirelles relatou que em encontros em Paris descreveu as negociações com as bancadas da base na Câmara e no Senado, procurando mostrar que as reformas não são feitas no improviso, mas em um trabalho a longo prazo, na expectativa de que transformarão o Brasil por décadas:

 

— Evidentemente que há uma preocupação com as questões políticas e com a possibilidade de prosseguimento da agenda econômica e das reformas. O foco das reuniões aqui foi na agenda econômica e em até que ponto existe já uma consciência no Brasil e no Congresso da necessidade de aprovação das reformas.

O ministro detalhou ainda aos investidores o processo em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre a cassação da chapa eleitoral Dilma-Temer, e abordou hipóteses de mudanças imediatas políticas no país, segundo ele improváveis:

 

— Mas, dito isso, é discutir a evolução da conjuntura econômica do Brasil e como, hoje, cada vez mais está sendo consolidada a percepção de que é esta política econômica que está dando certo e que deve ser preservada.

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