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08/06/2017 | Salários menores ou iguais tiram o ânimo de gerentes - Valor Econômico

A grande maioria dos salários de funções de média e alta gerência se mantiveram estáveis ou tiveram queda ao longo do ano passado, de acordo com pesquisa da empresa de recrutamento Michael Page. A remuneração considerada incompatível pelos profissionais já é a principal razão dada por eles para se sentirem desmotivados na companhia onde atuam.

O estudo, feito com mais de três mil profissionais nos primeiros meses deste ano, aponta que oito em cada dez funções mantiveram a remuneração igual ou tiveram perda real em 2016 na comparação com 2015.

Algumas posições foram mais afetadas, como cargos de engenharia e supply chain, e posições nos setores de petróleo e construção, onde 100% das funções mantiveram o salário ou tiveram queda. O melhor resultado foi em funções da área financeira, em que 57% dos cargos entraram 2017 com salários iguais ou em queda na comparação com o ano anterior.

Esses cargos também apresentaram alguns dos exemplos mais extremos de ganho e perda salarial. O salário médio de um gerente de auditoria interna de empresa de médio porte teve aumento de 46% entre 2016 e 2015, chegando a R$ 17,5 mil. Já um gerente de relação com investidores teve queda de 42% na comparação com 2015, com salários que variam entre R$ 15 mil e R$ 20 mil.

De acordo com Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page, os resultados mais positivos na remuneração apareceram em posições que têm contribuição direta para equilibrar as contas da empresa, como desenvolvimento de negócios e vendas em canais digitais, na tentativa de potencializar a receita, ou tributaristas e tesoureiros, com a intenção de controlar o caixa no dia a dia. "São profissionais em que fica muito clara a capacidade de contribuir para o resultado. As companhias foram muito cautelosas em 2016, e cada contratação foi analisada em muito detalhe", diz.

Os efeitos desses dados começam a aparecer quando a pesquisa se volta para o nível de satisfação dos profissionais em seus empregos. Mais da metade (59%) dos entrevistados não acreditam que a empresa onde atuam os motiva e desenvolve de forma contínua. A razão que mais aparece para justificar esse sentimento é o bolso - 32% acham que seu salário é incompatível com o mercado, e 31% consideram a política de promoção e aumento da empresa pouco transparente. Apenas 23% dizem trabalhar em uma companhia com um plano de carreira claro.

Mesmo insatisfeitos com as atuais condições, no entanto, os executivos também compartilham com as empresas da cautela na hora de trocar de emprego. Nesse ponto, o salário não é um elemento definitivo na decisão. Apenas 16% tendem a aceitar propostas por causa do pacote de remuneração mais atrativo, enquanto 41% se decidem com base no perfil da empresa e sua capacidade de adaptação nela, e 32% avaliam a participação da companhia no mercado e sua estabilidade.

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