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07/06/2017 | Mini mini mini reforma - O Estado de S.Paulo

O sentimento dos investidores em relação ao julgamento da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem sido para lá de volúvel: ora o mercado torce para Temer deixar o mais rápido possível o cargo, abrindo espaço para a escolha de um sucessor forte numa eleição indireta no Congresso, ora o desejo dos investidores é pela permanência do peemedebista, pois ele, passada a tempestade, conseguiria reagrupar as forças políticas.

 

Esse vaivém quanto à permanência ou não de Temer na Presidência da República tem como único foco a aprovação da reforma da Previdência.

 

Ao sabor das notícias, ora os investidores creem que somente um novo presidente terá o capital político para retomar a votação daquela reforma, ora apostam que o melhor para a estabilidade política e econômica do País é Temer ficar no cargo e conseguir aprovar o que for possível em termos de mudança nas regras da aposentadoria e de outros benefícios.

 

Ou seja, independentemente do desfecho da atual crise política, o que importa é a reforma da Previdência. E, mesmo assim, o mercado já abriu mão do que exige em termos do texto final que passará no Congresso. Após as negociações e modificações na comissão especial da Câmara, o mercado chegou a aceitar uma diluição de até 50% da proposta original enviada pelo governo.

 

Agora, com a crise política que ameaça a sobrevivência de Temer no cargo, o mercado se contenta com um mínimo possível a ser aprovado na reforma: basta apenas a adoção da idade mínima de aposentadoria de 65 anos e a regra de transição que saiu da comissão especial. O raciocínio é deixar o grosso das mudanças na concessão de benefícios previdenciários para o próximo presidente lidar com o Congresso a partir de 2019.

 

Mas ainda é possível apostar numa aprovação de um mínimo possível da reforma da Previdência?

 

Importante estrategista de renda variável de uma grande instituição financeira fez a seguinte avaliação: no cenário em que Temer fica no cargo, a probabilidade de reforma é zero, ainda que na versão mais desidratada possível. Isso porque, mesmo absolvido pelo TSE, a governabilidade do presidente ficará ameaçada por alguma surpresa oriunda de eventuais novas delações premiadas no âmbito da Lava Jato. Se Temer sai e um sucessor forte é eleito até agosto, a chance de aprovação de uma reforma (ainda que desidratada) é de 40%. E se a eleição indireta só escolher um novo presidente em outubro, por exemplo, a probabilidade da aprovação da reforma não chega a 15%.

 

Na visão de um renomado economista paulista, o mercado insiste em acreditar que com Temer ou sem ele, as reformas, meio que trôpegas e desidratadas, andarão ainda este ano ou, na pior das hipóteses, em 2019.

 

O discurso de integrantes da equipe econômica é otimista em relação ao “timing” da aprovação da reforma da Previdência, prevendo que o texto passará na Câmara até agosto.

 

“Pouquíssimo provável”, diz o economista paulista. Vários integrantes da base aliada já sinalizaram que a votação da reforma só acontecerá depois do recesso. “Obviamente, agosto é depois do recesso, mas serão necessárias algumas semanas para reagrupar toda a base e novos termos terão de ser negociados para obter o apoio necessário. Se tudo (mas tudo mesmo!) der certo, talvez em setembro.”

 

Mas a questão que os investidores parecem não ter avaliado com maior profundidade é: mesmo num cenário em que Temer, ou um sucessor, consiga aprovar uma reforma mínima – com apenas a idade mínima de aposentadoria e a regra de transição – neste ano, será que os deputados e senadores que tomarão posse em 2019 vão querer voltar a um tema tão polêmico e politicamente custoso menos de dois anos depois da tramitação dessa reforma no Congresso?

 

Sem esquecer que a partir de agora a Lava Jato, que até meados de maio nunca tinha tido tanto impacto nos preços da bolsa de valores, passará a ter um peso significativo, uma vez que entrou na fase da possível delação de peixes grandes da política brasileira. Na fotografia de hoje, reforma da Previdência soa como presente de Papai Noel.

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