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05/06/2017 | PIB per capita cai 11% e levará 5 anos para voltar - Valor Econômico

O PIB per capita dos brasileiros diminuiu 11% ao longo dos 11 trimestres da recessão iniciada no segundo trimestre de 2014, de acordo com cálculo da LCA Consultores. Isso explica em grande medida a sensação de perda de bem-estar, traduzida pela ainda baixa disposição da população em consumir, apesar do surgimento de alguns sinais de recuperação da a atividade nos últimos meses.

"Isso [a queda do PIB] gera uma queda de renda per capita para todas as pessoas, na média. Elas ficam menos capazes de consumir", diz o diretor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, Rubens Penha Cysne. Outro aspecto da crise que reduz a sensação de bem-estar das pessoas é a necessidade de mudar planos feitos na época em que a economia crescia fortemente.

"Antes de 2014, uma pessoa planejava um colégio para o filho e não conseguiu pagar, ou comprou um carro financiado e agora está desempregada. É o custo de bem-estar do ciclo econômico, que traz uma variabilidade na renda das pessoas que é bastante desagradável", explica o diretor da FGV. 

Mesmo que se concretizem as projeções mais otimistas, o crescimento dos próximos cinco anos não será suficiente para elevar o PIB per capita ao nível em que estava antes da recessão, segundo a LCA. "Estamos falando de pelo menos mais cinco anos de uma recuperação que não vai trazer, em termos de renda e bem-estar, o mesmo nível que a gente observava antes da crise. É uma recuperação bastante fraca", prevê o economista Thovan Tucakov, da LCA.

O PIB per capita cresceu 0,9% no primeiro trimestre, quando comparado ao trimestre anterior, depois de cair ininterruptamente desde o segundo trimestre de 2014. Apesar da alta, Tucakov pondera que, mesmo que a crise política atual tenha desfecho rápido e o PIB cresça 0,5% este ano e 2,4% em 2018, será apenas em 2021 que o PIB per capita voltará a a R$ 28.500 anuais, patamar de 2014. "Esse PIB per capita é menor que o chileno e equivale a cerca de um terço da média dos países da OCDE e um quinto do norte-americano", diz Tucakov.

 

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