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02/06/2017 | Micro e pequenas empresas serão foco do BNDES - Folha de S. Paulo

 

MARIANA CARNEIRO

02/06/2017  02h00

O novo presidente do BNDES, o economista Paulo Rabello de Castro, assume o banco com uma "encomenda" do governo: ampliar o financiamento às micro, pequenas e médias empresas.

A encomenda foi repassada pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, no dia da posse do economista, nesta quinta-feira (1º), na sede do banco, no Rio.

Em discurso durante a posse de Rabello, Oliveira afirmou que o presidente Michel Temer "encomendou para breve um conjunto de medidas" com o objetivo de ampliar os financiamentos de pequenas empresas, principalmente no setor de serviços.

Uma das medidas, disse Oliveira, seria transformar o cartão BNDES, hoje um dos principais produtos do banco, em uma espécie "cartão de crédito" voltado para o pequeno e médio empresário.

Segundo ele, o objetivo é desburocratizar a concessão de financiamento para essa camada do empresariado.

As novas diretrizes são complementares às divulgadas há cerca de um ano, quando Maria Silvia Bastos Marques assumiu o banco, com a missão de diversificar a carteira da instituição, que por anos foi vista como o banco das grande empresas.

Oliveira também indicou que o BNDES tem de continuar como um provedor de crédito ao setor privado, embora a orientação da política econômica desde a posse de Michel Temer seja na direção de reduzir o tamanho do banco.

"O BNDES não pode simplesmente apagar a luz e deixar o mercado privado se resolver", disse.

"Nossa orientação é que o BNDES reduza sua participação paulatinamente, sem prejuízo dos clientes."

Também estava no escopo das mudanças um foco maior na coordenação das privatizações, que ainda não saíram do papel. Esse foco, disse Oliveira, deve continuar.

Maria Silvia, que não foi à posse do sucessor, renunciou ao comando do banco na semana passada em meio às pressões de empresários que se queixavam de que o banco interrompera as concessões de novos financiamentos.

O novo presidente, contudo, rebatou essa tese. Paulo Rabello disse, em conversa com jornalistas pouco antes de seu discurso de posse, que o que havia era falta de demanda do empresariado por financiamentos.

O economista disse que fará "muito pouca coisa diferente" de sua antecessora e que o BNDES não cria investimentos, apenas atende às demandas das empresas.

Ele disse que nunca houve falta de disposição em emprestar e ressaltou que Maria Silvia foi vítima de "gravíssima injustiça".

"Espero que não haja mais reclamações. Porque estamos assumindo aqui que, se houver demanda, haverá oferta", disse ele.

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