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31/05/2017 | Especialistas projetam desemprego de 13,9% - Valor Econômico

Os impactos defasados da recessão sobre o mercado de trabalho continuam pressionando a taxa de desemprego. Entre os três meses encerrados em março e o trimestre móvel até abril, ela avançou de 13,7% para 13,9%, sinaliza a média de 23 estimativas enviadas por consultorias e instituições financeiras ao Valor Data. Nos três meses até abril de 2016, a desocupação medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua era 2,6 pontos percentual menor, 11,2%. As projeções para o dado que o IBGE divulga hoje variam de 13,7% a 14%.

Descontada a sazonalidade do período, a taxa crescerá de 13,2% para 13,5%, calcula o Credit Suisse.A estimativa de desemprego de 13,9% da equipe de economistas do banco para o trimestre móvel encerrado em abril embute contração de 1,8% da população empregada, na comparação com o mesmo período do ano anterior - nível próximo do registrado em março, queda de 1,9% - e crescimento de 1,3% da força de trabalho, ritmo semelhante ao do primeiro trimestre.

O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV) espera aceleração maior da população economicamente ativa (PEA), de 1,7% em relação a abril de 2016, para 103,7 milhões de pessoas. "A PEA tem surpreendido. No terceiro trimestre de 2016 chegou a ter desalento, mas nos últimos meses o crescimento vem se aproximando do natural [demográfico]", pondera o economista da instituição Bruno Ottoni.

Ainda conforme as expectativas do Ibre, a população ocupada contrairia 1,3% no confronto com os três meses até abril de 2016, para 89,4 milhões de pessoas. Com essa composição, a taxa subiria a 13,8% e o total de desempregados cresceria de 14,2 milhões para 14,3 milhões.

Ainda que o retrato do mercado de trabalho continue sendo de deterioração, a dinâmica dos salários seguirá rendendo boas notícias. A equipe do Credit Suisse avalia que a renda média real, graças à dinâmica "muito favorável da inflação nesses últimos meses", vai manter o ritmo de elevação que tem sido observado. No primeiro trimestre, a renda cresceu 2,5% em termos reais sobre os três primeiros meses de 2016, quando havia recuado 3,2%, também na comparação anual.

Para o Santander, que estima desemprego de 13,9% para o período, a taxa permanecerá crescente até o terceiro trimestre deste ano, quando deve chegar próximo de 14%, feito o ajuste sazonal. Esse comportamento estaria em linha com o de outro indicador de mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que contabiliza apenas o emprego com carteira assinada e vem registrando ritmo cada vez mais brando de demissões - com resultados positivos nos meses de fevereiro e abril.

Em relatório, a equipe ressalva que a melhora do emprego deve ser "bastante lenta ao longo dos próximos trimestres". "Por isso, não esperamos uma redução expressiva da taxa de desocupação no horizonte de médio prazo", avaliam os economistas.

 

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