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30/05/2017 | 'Se queremos futuro melhor, não há plano B', diz Temer - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO -  O presidente Michel Temer disse hoje durante discurso o Fórum de Investimento Brasil 2017 que se "de fato queremos um futuro melhor, não há plano B". O peemedebista fez um balanço de seu primeiro ano de governo e ressaltou a mudança na gestão das estatais e o bom funcionamento das instituições.

"Demos uma injeção de profissionalismo nas nossas estatais", afirmou Temer, destacando ainda que seu governo colocou fim à "política equivocada das campeãs nacionais", estratégia do governo anterior de criar empresas que poderiam competir internacionalmente. O evento conta com a presença de praticamente toda a equipe do governo.

Ao falar da retomada da economia, Temer disse que a "recuperação começa agora" e que em abril houve superávit primário de R$ 12 bilhões, além de criação de vagas de emprego. "Deixamos para trás a maior recessão que o Brasil já conheceu." Além disso, ele destacou que a liberação das contas inativas do FGTS deve irrigar o País com R$ 40 bilhões. 

"Restabelecemos no País o ambiente de respeito aos contratos", disse Temer. "Fizemos muito em pouco tempo e não é sem razão que o Brasil volta a crescer."

Em seu discurso no evento, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que após 12 meses do governo de Michel Temer, o Brasil está diferente, com regras estáveis, inflação baixa, juros em queda e maior previsibilidade. "O Brasil oferece sim oportunidades concretas de investimento", disse ele a uma plateia de investidores de mais de 40 países e gestores de recursos durante discurso que durou cerca de 30 minutos. 

"É preciso assegurar retorno e previsibilidade aos investidores", disse o ministro, destacando que o momento de aportar recursos no País é agora. As economias estão sempre sujeitas a ciclos econômicos, mas para minimizar os impactos das crises, é preciso ter regras claras, regime que garanta inflação na meta e com reformas estruturais aprovadas, segundo ele. 

Meirelles reafirmou que aumentou a consciência no Congresso da necessidade de se aprovar as reformas. Ao falar da Previdência, o ministro disse que o Brasil está fazendo a reforma na hora certa, para evitar o que aconteceu em outros países, em que os governos não conseguem bancar as despesas com aposentados. 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que a casa vai manter a sua linha na defesa da agenda do mercado e da geração de empregos.  Ele reassumiu seu compromisso com o presidente Temer e  com a agenda reformista. "Reafirmo o meu compromisso com presidente Temer, que é corajoso ao enfrentar esses temas", disse.

O ministro das relações exteriores, Aloysio Nunes, declarou em seu discurso que o Brasil está fazendo "profundas e audaciosas" reformas. O presidente Michel Temer foi chamado de "reformista" e Nunes afirmou "ter certeza" que o peemedebista entregará ao seu sucessor em 1º de janeiro de 2019 "um Brasil muito melhor".  Apesar da turbulência política, o ministro afirmou que não há turbulência institucional. 

Meirelles nega 'plano B' para a reforma da Previdência

Ao fazer um histórico dos últimos presidentes, Aloysio Nunes disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fortaleceu a inclusão social e o combate à pobreza. Temer, disse ele, não ficou parado e conquistou "sólido e majoritário" apoio no Congresso. "Temer não faz apenas um governo de transição, mas é ousadamente reformista", afirmou o ministro das Relações Exteriores.

O prefeito de São Paulo, João Doria, fez um breve discurso de abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2017 e conclamou os investidores presentes a continuar confiando e acreditando no Brasil. "O Brasil é mais forte do que qualquer crise que já passamos ao longo dos anos, superamos todas, inclusive as mais graves", disse, emendando: "Aos investidores no evento, peço que invistam, confiem e acreditem no Brasil."

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