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26/05/2017 | Reforma azeda relação Renan-Jucá - Valor Econômico

Por Fabio Murakawa e Vandson Lima 

A reforma trabalhista e a fidelidade ao governo colocaram em lados opostos duas das principais lideranças do Senado. Amigos de longa data e velhos parceiros de articulação no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) agora têm a relação estremecida, em meio ao terremoto político que ameaça derrubar o presidente Michel Temer. 

O alagoano vem adotando um tom crítico ao governo Temer mesmo antes do escândalo deflagrado pela delação da JBS. E o Palácio do Planalto vem pressionando Jucá, líder do governo no Senado, para que trabalhe pela derrubada de Renan da liderança da bancada. 

Com um olho na impopularidade do presidente e em sua agenda de reformas e outro nas eleições de 2018, Renan tem centrado fogo no projeto que altera mais de cem artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 

Nas últimas semanas, já houve mais de uma tentativa de destituí-lo, sempre sem sucesso. A última delas, uma reunião convocada para a noite de quarta-feira, articulada por Jucá.

Apenas 14 de 22 senadores pemedebistas compareceram. Do grupo de Renan, só Hélio José (DF) e Eduardo Braga (AM) participaram. Mesmo assim, o único fruto do encontro foi a decisão de marcar uma nova reunião para debater o assunto, na terça-feira. 

Jucá usa o argumento, endossado por outros como Simone Tebet (MS), Garibaldi Alves (RN) e José Maranhão (PB), de que Renan faz oposição ao governo do pemedebista Temer e que, por isso, não pode liderar a bancada. 

Renan, por sua vez, defende-se diante dos colegas, dizendo não ser contra o governo, mas contra a reforma trabalhista. E que substituí-lo seria dar um endosso ao projeto, que ainda divide a bancada. Com esse argumento, tem conseguido dissuadir alguns indecisos a não fixar posição pela sua saída. 

O senador também tem dado a entender que, caso seja realmente destituído, passará das alfinetadas em Temer e críticas à reforma a uma oposição explícita e implacável contra o já fragilizado presidente. "Vai ser um Renan petista, gritando 'Fora, Temer', se isso ocorrer", diz fonte próxima a ele. 

Ter Renan abertamente opositor, livre das formalidades exigidas de um líder da bancada do partido do governo no Senado, não agrada nem a Jucá nem ao Planalto. 

O próximo embate entre Jucá e Renan ocorrerá horas antes da reunião da bancada, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), na terça-feira. Ele cogita substituir ao menos dois membros do partido no colegiado para forçar a reprovação do parecer trabalhista, a cargo de Ricardo Ferraço (PSDB¬ES). 

A medida é fruto da percepção de Renan de que tornou-se viável barrar o avanço da reforma. O termômetro usado pelo senador foi a votação apertada na terça de uma questão de ordem apresentada pela oposição para que a leitura do relatório não ocorresse: 13 votos favoráveis à leitura e 11 contrários. 

Jucá, por sua vez, ameaça coletar assinatura de líderes para levar a reforma direto para o plenário, caso Renan de fato substitua os membros ou a oposição tente impedir a votação do relatório. 

Renan não acredita em sua destituição e adota um tom desafiador. Após a reunião da bancada, usou uma expressão tipicamente nordestina para dizer que ninguém é capaz de freá-lo: "Vocês acham que a essa altura alguém vai botar canga em mim?"

 

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