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24/05/2017 | Compromisso com o Brasil - O Estado de S.Paulo

EDITORIAL

Não é infundado o receio de que a imensa crise política que envolve o presidente Michel Temer atrase ou mesmo interrompa o processo de aprovação das urgentes reformas econômicas ora em curso. Até aqui, foi a habilidade do presidente Temer, com sua experiência sobre o funcionamento do Congresso, que conquistou um significativo apoio parlamentar às reformas, ainda que muitas vezes por meio do velho jogo fisiológico. Agora, com o tempo de Temer quase todo tomado pela necessidade de construir sua defesa, há naturalmente menos espaço para cuidar da agenda reformista e mesmo para tocar uma administração obrigada a lidar com os devastadores efeitos da crise legada pelos governos petistas. Esse momento de impasse não pode servir para que, a pretexto de “solucionar” a crise, o processo de reformas, por mais impopular que seja, acabe abandonado. É preciso reafirmar, acima de qualquer opinião política, que nenhum governo – nem o atual, se resistir, nem um futuro, por mais “legitimidade” que se lhe atribua – pode prescindir das reformas em andamento.

 

Não se trata, portanto, de uma escolha, e sim de uma imposição incontornável dos fatos, como lembraram em anúncios publicados ontem duas das maiores organizações empresariais do País, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato da Habitação (Secovi).

 

Depois de manifestar sua confiança de que as instituições brasileiras são capazes de “solucionar a atual turbulência” com serenidade e “em estreita observância da Constituição Federal”, a CNI afirma que “não pode haver retrocessos nos avanços duramente conquistados nos últimos meses”. Para a entidade, “o Congresso Nacional precisa dar continuidade às reformas estruturais, que são fundamentais para recolocar o País no rumo certo”. A mensagem é finalizada com a advertência de que “o Brasil não pode parar”. Essa advertência é a mesma que serve de título ao anúncio do Secovi, que destaca os ainda tímidos, porém importantes, avanços da economia desde que Temer assumiu o governo e também reitera a necessidade de aprovar as reformas. Para o Secovi, o Brasil tem condições de sair da maior crise econômica desde os anos 30. “Basta não retroceder.”

 

Por retrocesso entenda-se alguma forma de conchavo que, a título de superar a turbulência causada pelas acusações contra o presidente Temer, resulte na interrupção da tramitação das reformas – como defendem abertamente a oposição e uma parte dos parlamentares e dos partidos que ainda integram a base aliada.

 

Não faltam oportunistas que, de olho em suas chances eleitorais em 2018, queiram transformar o calvário do atual governo em plataforma política, vendendo a eleitores incautos a ideia de que é possível resolver os problemas do País desidratando ou mesmo arquivando as reformas. Não se fala aqui de uma esquerda já totalmente desacreditada, seja pelos sucessivos escândalos de corrupção, seja pela comprovada incompetência de seus governos, e sim dos que, sendo membros de partidos governistas, deveriam estar empenhados em defender incondicionalmente as reformas.

 

Qualquer líder político com um mínimo de responsabilidade já teria concluído que a paralisia do governo representará a retomada acelerada da deterioração dos fundamentos da economia. Sem a reforma da Previdência em 2017, não haverá como atingir a meta fiscal no futuro próximo, e o teto dos gastos já estará superado daqui a dois anos. Assim, o próximo governo terá de fazer ajustes ainda mais profundos na economia, prolongando a recessão.

 

Desse modo, a agenda de reformas não pertence ao presidente. É do País. Os graves problemas jurídicos que Temer enfrenta não podem servir para desmoralizar as mudanças constitucionais. Ao contrário: é neste momento de profunda confusão que os líderes políticos responsáveis precisam vir a público manifestar inequívoco apoio às reformas, pois, ao fim e ao cabo, o aprofundamento da crise econômica só interessa aos que não têm compromisso com o Brasil.

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