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17/05/2017 | Tucanos defendem 'correções pontuais' no texto da reforma trabalhista - O Globo

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), defendeu nesta terça-feira, após reunião da bancada tucana com o presidente Michel Temer, que o Senado aprove o texto da reforma trabalhista como ele veio da Câmara, fazendo apenas "correções pontuais" na proposta aprovada pelos deputados.

A ideia, segundo os senadores, é acelerar a aprovação da matéria e fazer correções no texto posteriormente, o que pode ocorrer através de uma medida provisória.

 

Os detalhes das mudanças e o cronograma das atividades no Senado serão definidos em uma reunião nesta quarta-feira, da qual participarão Temer, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), novo relator da matéria na CAS e também relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), e Romero Jucá (PMDB-RR), relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

 

— Algumas correções pontuais poderão ocorrer, mas não queremos que, votado na CAE e na CAS, haja uma modificação de última hora, seja na CCJ ou depois, através de uma MP editada através do presidente da República. O presidente assumiu conosco esse compromisso, de fazer essa travessia juntos — disse o tucano.

O principal ponto em que o PSDB defende uma mudança é em relação ao trabalho de mulheres grávidas e lactantes em locais insalubres. Além disso, Ferraço falou em manter os quinze minutos de intervalo entre a jornada de trabalho normal e o início da hora extra, o que foi suprimido no texto da Câmara.

 


IMPOSTO SINDICAL

 

Ricardo Ferraço disse que a manutenção da contribuição sindical opcional, que consta do texto aprovado pelos deputados, é "fundamental e inegociável", e que Michel Temer pensa "exatamente" como a bancada do PSDB nesse ponto.

 

— É fundamental e inegociável a manutenção da contribuição sindical optativa, não tenho nenhuma disposição como relator em não manter esse texto da Câmara — afirmou:

 

— O sinal do presidente em relação à contribuição sindical opcional é exatamente igual a nossa. É necessário que a gente não retroceda em relação a esse ponto — completou o relator.

 

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