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31/08/2018 | PIB do Brasil cresce 0,2% no 2º trimestre com apoio de serviços - Valor Econômico

 

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,2% no segundo trimestre, perante os três meses anteriores, quando registrou expansão de 0,1% após revisão. Os números fazem parte da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De abril a junho, o PIB totalizou R$ 1,693 trilhão a valores correntes.

O desempenho da economia brasileira no segundo trimestre ficou acima da média apurada pelo Valor Data junto a 22 consultorias e instituições financeiras, de expansão de 0,1%.  No acumulado em quatro trimestres, o PIB avançou 1,4%, ante alta de 1,3% nos quatro trimestres até março. 

Na comparação com o segundo trimestre de 2017, o crescimento econômico foi de 1%. A média das estimativas do Valor Data apontava para alta de 1,1%, com intervalo entre 0,4% e 1,5% de avanço. A indústria avançou 1,2%, mesma taxa apurada por serviços, enquanto a agropecuária teve baixa de 0,4%.

Vale notar que o desempenho econômico de janeiro a março foi revisado para baixo - originalmente, a expansão informada foi de 0,4%. O PIB do último trimestre de 2017 também foi alterado, de alta de 0,2% para estabilidade.

Oferta A indústria registrou queda de 0,6% no segundo trimestre, invertendo o rumo tomado nos três meses antecedentes (+0,1%). O resultado mais recente ficou em linha com a expectativa do mercado. Em relação o mesmo intervalo de 2017, o segmento teve alta, de 1,2%.

Já a agropecuária ficou estável, ante previsão de alta de 0,4% e após elevação de 1,3% no primeiro trimestre de 2018. No confronto com o período de abril a junho do ano passado, houve recuo de 0,4%.

Demanda O consumo das famílias cresceu 0,1% de abril a junho, em relação aos três meses anteriores, enquanto a demanda do governo aumentou 0,5% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das Contas Nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) diminuiu 1,8%.

Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, enquanto para o consumo do governo previam avanço de 0,2%. Além disso, a expectativa era de baixa de 1,7% na formação bruta de capital fixo.

O IBGE revisou os dados de consumo dos três primeiros meses de 2017 - no caso das famílias, houve expansão de 0,4%, em vez de 0,5%; no caso do governo, a queda passou de 0,4% para 0,3%.

Em relação ao período de abril a junho de 2017, o consumo das famílias aumentou 1,7% e o do governo registrou elevação de 0,1%. A formação bruta, por sua vez, teve alta de 3,7%.

A taxa de investimento foi de 16% do PIB no segundo trimestre, abaixo do registrado um ano antes, de 15,3%. A taxa de poupança foi de 16,4%, ante 15,7%. Ainda entre abril e junho, a necessidade de financiamento foi de R$ 1,9 bilhão.

Setor externo As exportações caíram 5,5% entre abril e junho enquanto as importações tiveram queda de 2,1% no confronto com janeiro a março deste ano, quando houve crescimento de 1,8% e 0,8%, respectivamente (dados revisados).

A expectativa dos consultados pelo Valor Data era de queda de 4,1% para as vendas externas e recuo de 2% para as compras de bens no exterior.

 

Perante o segundo trimestre de 2017, as exportações cederam 2,9% e as importações subiram 6,8%.

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