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31/08/2018 | Riscos no horizonte: o que pode afetar o PIB daqui para frente - O Globo

No começo do ano, analistas do mercado financeiro esperavam que a economia brasileira avançasse até 3% neste ano. A greve dos caminhoneiros e uma retomada mais fraca do que a esperada cortaram pela metade essas projeções — hoje, a expectativa é de cerca de 1,5%. Com os dados do primeiro semestre divulgados nesta sexta-feira, entra no radar os riscos no horizonte para o segundo semestre, que podem influenciar não só o ritmo da atividade nos próximos trimestres, mas as expectativas para o longo prazo.

Veja a seguir o que influenciará no crescimento brasileiro daqui para frente.

A disputa eleitoral é a principal fonte de incertezas, principalmente por causa da incógnita em relação à política fiscal do próximo governo. O país deve encerrar o ano com um rombo nas contas superior a R$ 150 bilhões, no quarto ano seguido de déficit primário. Parte do desequilíbrio fiscal é atribuído aos crescentes gastos obrigatórios, principalmente com aposentadorias e pensões. Com o fracasso da reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer, as atenções se voltam para as ideias de ajuste fiscal dos candidatos.

O problema é que ainda não está claro que medidas concretas estão nos planos dos presidenciáveis. Essa incerteza foi destacada pela agência de classificação de risco Fitch, em relatório divulgado no início do mês, no qual reafirmou nota BB- ao Brasil. "Os candidatos à Presidência na liderança (das pesquisas) estão propondo opções variadas para a política de ajuste fiscal. Outra incerteza diz respeito à base no Congresso do vencedor, que será importante para garantir boa governabilidade e apoiar o avanço em importantes reformas que serão necessárias para melhorar a perspectiva para as finanças públicas e crescimento", destacou a nota.

Analistas, em geral, relacionam o ajuste fiscal a outros fatores importantes para o crescimento, como manutenção dos juros baixos e capacidade de investimento público.

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