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23/08/2018 | Brasil gera 47 mil empregos em julho, melhor resultado para o mês desde 2012 - O Globo

 

O mercado formal de trabalho reagiu em julho e registrou a geração 47.319 postos — depois de ter fechado 661 vagas no mês anterior. No mesmo período do ano passado, foram criados 35.900 empregos com carteira assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. É o melhor resultado para o mês de julho desde 2012, quando foram gerados 142.496 postos.

No acumulado do ano, o saldo é positvo: 448.263 empregos criados (considerando dados ajustados, com declarações fora do prazo).

Na contramão, o emprego com carteira assinada continua em queda no Rio. O Estado registrou saldo negativo de mil vagas em julho e no ano, os cortes atingiram 7.690 postos.

No mês passado, os empregos foram puxado pelo setor agrícola, que respondeu pela contratação de 17.455 trabalhadores. Em seguida, ficaram serviços, com saldo positivo de 14.548 postos, construção civil, com 10.063 e a indústria, com 4.993 vagas. Já o comércio ficou negativo, com 249 postos. No ano, o setor perdeu 93.962 empregos.

Entre os estados que mais contrataram em julho, aparecem São Paulo, que registrou saldo positivo de 15.333 empregos, Minas Gerais, com 10.332 e Mato Grosso, com 5.186 postos.

E foi buscando uma oportunidade de emprego como operador de telemarketing que centenas de candidatos formaram uma longa fila que ocupou a calçada da rua Santana, na região central do Rio, e dobrou a esquina na rua Irineu Marinho.

O processo seletivo, organizado pela empresa Dasa, atraiu desempregados de diversos bairros do Rio e de cidades vizinhas.

Este foi o caso de Iraquitan Xavier, de 52 anos, que está sem trabalhar há um ano e saiu de Niterói, na Região Metropolitana, em busca de uma oportunidade. Ao chegar na porta da empresa, por volta das 8 horas, se surpreendeu com o grande número de concorrentes:

— Antigamente, operador de telemarketing era uma profissão que não era vista com bons olhos por muitas pessoas, então sobravam postos de trabalho. Com a crise, a disputa está grande por qualquer oportunidade.

Mudar de área de atuação foi a alternativa encontrada por Ellen Caroline de Moraes, de 22 anos. Demitida há três meses de uma loja de assistência técnica autorizada de uma empresa de tecnologia onde era recepcionista, a moradora de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, procura vaga de atendente de call center:

— Essa não é a primeira fila que enfrento nesses meses, apesar de ter me assustado com a quantidade de pessoas dessa vez.

Para Rodolfo Torelly, do site especializado Trabalho Hoje, o resultado do emprego formal de julho veio dentro esperado (em torno de 50 mil) e se deve à dissipação dos efeitos da paralisação dos transportadores de carga.

— Havia uma demanda reprimida por causa da greve dos caminhoneiros — disse Torelly, lembrando que o mercado de trabalho havia registrado até maio saldos positivos consecutivos.

A tendência é que isso se mantenha até novembro, diante do ritmo da atividade econômica lento, mas em recuperação. Para Torelly, o país deve gerar neste ano 500 mil empregos.

GREVE DOS CAMINHONEIROS AFETOU O MÊS DE JUNHO

De acordo com o levantamento, o melhor resultado para o mês de julho foi obtido em 2008, quando foram abertos 203.218 vagas e o pior em 2015, quando o país perdeu 157.905 empregos formais. O saldo negativo em junho foi influenciado pela greve dos caminhoneiros, que começou no dia 21 de maio e durou cerca de dez dias.

 

A expectativa de especialistas é que haja uma recuperação, principalmente nos meses de agosto e setembro, devido às encomendas para o fim de ano.

 

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