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22/08/2018 | Ciro afirma que reforma trabalhista foi 'selvagem' - Valor Econômico

Em contraste com o que disse a senadora Kátia Abreu, candidata a vice em sua chapa, o presidenciável Ciro Gomes reafirmou ontem que a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso em 2017 é "selvagem" e que a norma precisa ser substituída por outra a ser negociada entre representantes de trabalhadores, empresários e estudiosos do tema.

Em evento realizado na segunda-feira à noite, Kátia Abreu (PDT-TO) disse haver "um mito" segundo o qual o também pedetista Ciro seria contra a reforma. "Em nome de Ciro Gomes eu quero dizer a vocês que é um mito que ele é contra a reforma trabalhista do jeito que foi feita", disse ela em um evento da Associação Brasileira das Empresas de Software, em São Paulo, conforme registro feito pelo jornal "Folha de S.Paulo". "Ninguém vai fazer uma revolução na lei trabalhista, ninguém vai desmanchar e destruir uma lei", completou.

A senadora disse ainda que as restrições de seu candidato à Presidência se limitariam a oito pontos que seriam ajustados pelo presidente Michel Temer após a aprovação. São alterações feitas por Temer por meio de uma medida provisória, mas que acabaram perdendo validade por não terem sido votadas a tempo pelo Congresso Nacional. No mesmo evento, a senadora sustentou também que Ciro não seria favorável à volta do imposto sindical.

Questionado sobre o assunto na manhã de ontem enquanto fazia campanha de rua em Guarulhos, Ciro inicialmente negou que sua candidata a vice tivesse dito isso. "Ela não disse isso, não", afirmou. "Ela disse que nós vamos revogar essa reforma trabalhista do Temer e substituí-la por outra que consulte o diálogo que eu quero promover entre os trabalhadores, os empresários, a universidade e a legislação internacional comparada."

Ciro prosseguiu: "Minha opinião é exatamente essa. A reforma trabalhista, contra a qual ela [Kátia] votou... Como é que ela pode ser a favor se ela votou contra? Ela votou contra essa reforma trabalhista porque ela [a reforma] é selvagem. Ela produziu quase um milhão de pessoas na informalidade para o Brasil. Portanto o que nós queremos é substituir essa selvageria por uma coisa digna que proteja a força mais frágil, que é a força do trabalho." Kátia Abreu, de fato, votou contra a reforma trabalhista quando o tema foi submetido à apreciação dos senadores.

No evento de rua ontem, numa praça no centro de Guarulhos, Ciro reuniu cabos eleitorais e candidatos do PDT a deputado federal, estadual, senador e governador. Ele chegou ao local por volta das 11 horas e foi logo cercado por repórteres e cinegrafistas. Após uma entrevista coletiva improvisada, cumprimentou um ambulante que vende morangos, fez um breve discurso do alto de um banquinho e deixou o local sem fazer a caminhada prometida. Ficou apenas 25 minutos na cidade.

Ontem, Ciro deu entrevista para a TV Record. O pedetista foi questionado por não ter apresentado projetos de lei enquanto foi deputado (2007-2010). "Tomei o azar de pegar a Câmara controlada pelo Michel Temer e pelo Eduardo Cunha. Fiquei sem ter condições de trabalhar", disse Ciro. O candidato foi questionado sobre a desconfiança que desperta no mercado. "A Bíblia dá o ensino de que não se pode servir a dois senhores. Meu patrão é o povo brasileiro", disse.

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