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17/08/2018 | Candidatos a presidente tratam emprego de forma genérica - O Globo

A maior parte dos candidatos à Presidência - entre os seis com a melhor colocação nas pesquisas de intenção de voto - trata de forma genérica a questão do emprego em suas propostas de programas de governo publicadas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dizem que a geração de vagas é uma prioridade, mas dão poucos detalhes de como viabilizá-la. No programa de Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, a palavra emprego aparece apenas uma vez, na penúltima página. Há ainda propostas inusitadas como a de Jair Bolsonaro (PSL), de criar uma nova carteira de trabalho na qual o contrato individual prevalecerá sobre a CLT.

O programa de Alckmin é um dos mais sintéticos. Na 14ª página - são 15 no total -, o candidato diz que “o Brasil precisa voltar a crescer, atrair investimento privado e gerar emprego e renda”. Antes disso, na página três, diz que “o Brasil precisa voltar a crescer para que os brasileiros possam empreender, trabalhar...”. Ele elenca várias medidas, mas a que mais se aproxima de forma direta à geração de vagas é o fortalecimento do ensino técnico e tecnológico, “para qualificar os jovens”.

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O programa de Álvaro Dias, do Podemos, traz 20 metas (19 +1, como ele diz). A primeira delas é “emprego para todos”, e uma promessa chega a ser feita: criação de 10 milhões de vagas em quatro anos. Sob a mesma meta estão o crescimento da renda em até 5% ao ano, em média, entre 2019 a 2022, a simplificação e formalização do contrato de trabalho e o aumento do investimento para 22% do PIB até 2022. Nada mais.

Bolsonaro considera a existência de 13 milhões de desempregados “um desafio urgente”. Mas a única medida prática diretamente ligada à questão do emprego é a que visa à “modernização trabalhista”. O candidato propõe uma nova carteira de trabalho, verde e amarela, que seria “voluntária” para os novos trabalhadores e na qual o contrato individual prevalecerá sobre a CLT, “mantendo todos os direitos constitucionais”.

No programa de Marina Silva (Rede), a candidata diz que “a criação de empregos dignos será o foco central de nossas políticas econômicas e sociais” e cita medidas como redução dos custos de contratação e investimento em infraestrutura.

Os partidos tradicionalmente ligados aos trabalhadores, PT e PDT, dão ênfase à geração de emprego. Ciro Gomes faz propostas como a criação de um programa emergencial de emprego e cursos para os jovens que nem estudam nem trabalham. A chapa do PT cita um Plano Emergencial de Empregos e diz que vai estimular eventos nas arenas da Copa para gerar “milhares de empregos” no curto prazo.

 

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