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01/08/2018 | Quatro números para entender a crise do mercado de trabalho - O Globo

A taxa de desemprego recuou para 12,4% no segundo trimestre, ante 13,1% nos três meses anteriores. Embora o indicador sugira melhora no mercado de trabalho, especialistas alertam que o cenário ainda é de ritmo fraco. Veja cinco números que explicam a leitura dos dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE.

65,6 milhões: recorde de brasileiros fora do mercado

O número de brasileiros que não está trabalhando e nem procurando vagas aumentou para 65,6 milhões, o maior patamar da série histórica. Em um trimestre, a alta foi de 774 mil pessoas, ou 1,2%. O aumento é sinal de que parte dos que não conseguiram se colocar no mercado desistiram, mas também reflete a dificuldade de jovens de conseguir o primeiro emprego, por exemplo.

40% dos trabalhadores na informalidade

O percentual de trabalhadores ligados à informalidade aumentou no segundo trimestre, na comparação com igual período do ano passado. Segundo análise do IBGE, 37,060 milhões de brasileiros estavam em atividades como trabalho por conta própria e emprego sem carteira. Esse número representa 40,6% da população ocupada no período.

Emprego formal é o menor da série histórica

Se a informalidade sustentou a geração de vagas, o número de empregos com carteira assinada está na mínima histórica: no segundo trimestre, recuou 0,2%, frente aos três meses anteriores, para 32,8 milhões

Renda das domésticas em queda

Em um ano, o número de domésticos sem carteira subiu 3,7%, para 4,4 milhões no segundo trimestre. Sem proteção social, essa categoria tem a menor renda entre todas as pesquisadas pelo IBGE: R$ 730, quase metade do que recebem os domésticos formalizados, que recebem R$ 1.212. Com mais gente no mercado, a renda média de categoria, incluindo com e sem carteira, recuou 2%, para R$ 873.

Só 29% dos empregados nessa atividade têm o registro profissional, embora a lei preveja multa em caso de trabalho ilegal, sem carteira.

 

Segundo o IBGE, a alta é mais um indicador de informalidade.

 

— Por falta de qualificação, um grupo, principalmente de mulheres, retornam para esse grupamento — comenta Cimar Azeredo, coordenador de trabalho do IBGE.

 

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