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09/07/2018 | Medo do desemprego é um dos mais altos da história, informa CNI - O Globo

Receio é maior entre homens e pessoas com menor grau de instrução

POR ELIANE OLIVEIRA

BRASÍLIA — O Índice do Medo do Desemprego, divulgado nesta segunda-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu para 67,9 pontos em junho, um dos mais elevados da série histórica, iniciada em 1996. Esse temor, que atinge, principalmente, homens e pessoas com menor grau de instrução, fez com que o indicador ficasse 18,3 pontos acima da média histórica, de 49,6 pontos.

De acordo com a CNI, o número está 4,2 pontos acima do registrado em março. Apenas em maio de 1999 e em junho de 2016, o indicador chegou a 67,9 pontos.

— O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise, porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego — disse o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

Entre março e junho deste ano, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a quarta série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos no período e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, houve uma alta de 0,6 ponto, passando de 59,9 para 60,5 pontos.

O levantamento também mostra desânimo em relação à vida. O índice de satisfação com a vida caiu para 64,8 pontos, o menor nível desde junho de 2016, quando alcançou 64,5 pontos. O indicador varia de zero a cem pontos. Quanto mais baixo, menor é a satisfação.

— Isso é reflexo do aumento do desemprego e de outras questões que envolvem a baixa expectativa sobre a melhora da situação financeira das pessoas e até mesmo as incertezas políticas — disse Fonseca.

Segundo ele, os dois indicadores mostram que as perspectivas da população para o futuro são pessimistas. As pessoas ainda não estão confiantes que o país está saindo da crise.

Conforme a pesquisa, a queda do índice de satisfação com a vida foi maior na região Sul, onde o indicador caiu 5,3 pontos entre março e junho e ficou em 63,8 pontos. Nas demais regiões, a retração foi inferior a 2,3 pontos. Nos estados do Sul, o número é menor do que o das demais regiões.

A pesquisa é trimestral. A CNI ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.

 

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