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05/07/2018 | Profissões do futuro: quarta revolução da indústria vai criar 30 novas ocupações - O Globo

Se a revolução tecnológica acaba com alguns empregos, ela também abre novos caminhos para o trabalhador. Uma pesquisa do Senai, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, mostra quais serão as 30 novas profissões que surgirão com a chamada indústria 4.0. O termo foi criado para sintetizar o que é a quarta Revolução Industrial, onde as empresas usam tecnologia para automatizar a maior parte dos processos e trabalham com grande volume de dados, internet das coisas e inteligência artificial. Esse mundo novo demanda uma mão de obra especializada.

Haverá buscas por analistas de internet das coisas, engenheiros de cibersegurança, projetistas de 3-D e mecânicos de veículos híbridos. Essas são algumas das ocupações que devem ser criadas nos próximos cinco a dez anos, de acordo com o Senai. A entidade prevê que oito segmentos sejam mais impactados: automotivo, de alimentos e bebidas, máquinas e ferramentas, petróleo e gás, têxtil e vestuário, além de química e petroquímica, tecnologia da informação e comunicação e construção civil.

É no setor automotivo que o maior impacto deve ser sentido. Segundo o Senai, esse é o ramo da indústria que mais deve demandar profissionais especialistas em tecnologias como robótica colaborativa e comunicação entre máquinas por meio da internet das coisas. Os mecânicos terão de dominar novos conhecimentos como, por exemplo, a programação e matemática.

Luis Marcelo da Silva, gaúcho de 46 anos, não sabia que passaria a vida entre robôs quando se formou em técnico em eletrônica em 1989. Começou a trabalhar na indústria automotiva no ano seguinte. Em 2000, começou a estudar robótica. Atualmente, é técnico em automação industrial. É responsável por fazer a integração entre a produção e os robôs. Uma realidade que não imaginava quando teve a carteira assinada no fim dos anos 80.

— Naquela época não tinha muito profissional. Na verdade, nem hoje tem. Hoje em dia, tem muito mais robô no mercado que antigamente — conta Luís.

Novos campos se abrem também para mecânico de veículos híbridos, especialista em telemetria, programador de unidades de controles eletrônicos e técnico em informática veicular. A previsão do setor é que até metade das empresas do segmento busquem por esses tipos de profissionais.

Essa procura por mão de obra qualificada já começou. Atualmente, ganharam relevância várias ocupações. Uma delas é a de eletromecânicos de automóveis, que são responsáveis pelo sistema multimídia e de conectividade. O salário dos mais experientes beira os R$ 7 mil. É o mesmo rendimento de mecânico de automóveis híbridos.

O setor de tecnologia da informação também será impactado pela indústria 4.0. As empresas dependerão fortemente do desenvolvimento de softwares e hardwares customizados. O Senai prevê que devem ganhar maior relevância ocupações que já existem como técnico programador de games e de multimídia e técnico em desenvolvimento de sistemas e em redes. Alguns salários chegam a quase R$ 8 mil.

Até mesmo setores tradicionais como a indústria têxtil e de vestuário sofrem as transformações. Saem de cena a tecelagem tradicional e ganham espaço as máquinas inteligentes e robôs colaborativos. Na tendência de internet das coisas, o uso de roupas inteligentes, que emitem informações a partir do tecido ou de equipamentos como led e sensores, devem entrar no mercado. Com isso, ganham importância o desenhista de moda, que utiliza sistemas informatizados para desenhar peças de vestuário e acessórios e os técnicos em produção.

Para fazer todas essas previsões, o Senai fez uma prospecção das tecnologias emergentes específicas (TEEs), que terão um grau de difusão de até 70% do mercado em um horizonte de cinco a dez anos. Falou ainda com a indústria sobre as mudanças na estrutura organizacional nesse período. Cerca de 20 especialistas de cada setor estudado foram ouvidos. São representantes de empresas, sindicatos e universidades. Comitês Técnicos Setoriais apontaram quais serão os perfis e as competências exigidas dos profissionais de cada segmento.

— As pessoas que compreenderem melhor as tendências e se qualificarem para esse novo mundo profissional vão ser mais bem-sucedidas — explica o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.

 

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