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29/06/2018 | Desemprego vai a 12,7% em maio, aponta IBGE - Folha de S.Paulo

O desemprego no país atingiu 12,7% no trimestre encerrado em maio, divulgou o IBGE na manhã desta sexta-feira (29).

O resultado representa estabilidade frente ao observado no período de três meses encerrado em fevereiro, quando a taxa de desocupação foi de 12,6%. 

Na comparação de maio com igual período de 2017, houve queda de 0,6% ponto percentual na taxa, que esteve em 13,3% no período. 

O resultado de maio veio ligeiramente acima da média da previsão dos analistas consultados pela agência Bloomberg, de 12,6%.

O cenário para o emprego no país segue tendência semelhante à observada ao longo de 2017, quando houve queda na taxa de desemprego na esteira do aumento de trabalhos informais. 

Fatores mais recentes denotam que, apesar da estabilidade da taxa de desemprego, há a continuidade da piora da qualidade do emprego gerado no mercado em relação ao verificado no ano passado. 

O  trabalho com carteira assinada, por exemplo, atingiu o nível mais baixo da série histórica —o país perdeu 4 milhões de empregos com carteira desde 2014. 

O trabalho por conta própria, que foi opção para muitas pessoas que perderam seus empregos formais na crise, passou a cair depois de sequências de altas no ano passado. 

O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas com idade para trabalhar (14 anos ou mais) que estão de fato ocupadas, atingiu o seu menor patamar. 

A população fora da força, que é aquela que tem idade laboral mas não está em busca de emprego, bateu recorde, o que indica aumento do chamado desalento, que é quando a pessoa desiste de procurar emprego depois de muito tentar. Em um ano, o contingente de pessoas fora da força aumentou em um ano.

"Os resultados de maio não foram estatisticamente significativos a ponto de mudar a trajetória da taxa, mas há sinais de piora do mercado com a persistência do nível baixo da carteira assinada e o aumento expressivo da população fora da força, o que pode indicar desalento alto", disse o coordenador de Trabalho e Renda do IBGE, Cimar Azeredo. 

O Brasil encerrou maio com 13,2 milhões de desocupados. O indicador, que registra o contingente de desempregados que estão tomando alguma providência em busca de oportunidades, teve alta de 0,9 ponto percentual frente ao trimestre imediatamente anterior. Na passagem dos trimestres, 115 mil pessoas entraram na fila do emprego.

Na comparação anual, de maio com igual período do ano passado, houve queda de 3,9% no total de desocupados. No intervalo de um ano, 536 mil pessoas deixaram a condição de desocupados. 

O trabalho com carteira atingiu em maio o menor nível para o mês desde o início da série histórica, em 2012. O resultado representou queda de 1,1% em relação ao observado no trimestre encerrado em fevereiro. No período, 351 mil vagas formais foram fechadas. Já no intervalo de um ano, a queda de 1,5% ou 483 mil vagas. 

O trabalho sem carteira assinada era realidade para 11,06 milhões de pessoas em maio, alta de 2,9% em relação ao observado no trimestre encerrado em fevereiro. Na passagem dos trimestres, 307 mil novas pessoas obtiveram trabalhos informais. Na comparação de maio com igual período do ano passado houve alta de 5,7% ou de 597 mil novas pessoas nessa condição.

O IBGE registrou ainda que houve aumento da população fora da força de trabalho, que são pessoas em idade para trabalhar que por algum motivo não estão empregadas e nem procurando emprego. Isso pode acontecer por diversos motivos, entre eles o desalento, que é quando a pessoa desiste de procurar emprego após tentar sem sucesso se inserir no mercado de trabalho. 

A população fora da força de trabalho atingiu 65,4 milhões de pessoas em maio, no maior nível da série histórica iniciada 2012, considerando somente os trimestres que são comparáveis entre si. A população nessa condição cresceu 0,7% em maio frente a fevereiro, em uma alta de 475 mil pessoas. Já no intervalo de um ano, a população fora da força de trabalho aumentou 1,6% ou 1 milhão de novas pessoas.  

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