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19/06/2018 | BNDES quer atrair PMEs com crédito automático - Valor Econômico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está repensando seu sistema de concessão automática de empréstimos para a categoria de "serviços tecnológicos" como forma de tentar alcançar mais pequenas e médias empresas, informou ontem, no Rio, o superintendente da área de Indústria e Serviços da instituição, Júlio Ramundo. "Estamos revendo o produto para reempacotá-lo e alcançar pequenas e médias empresas" disse o executivo após participar de um evento sobre Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) na sede do banco. 

No fim do ano passado, o BNDES lançou o edital de chamada pública do Fundo de Coinvestimento Anjo. Com um patrimônio estimado em R$ 100 milhões, o fundo se destina a financiar startups brasileiras inovadoras. O banco vai igualar o valor aportado por um investidor-anjo (pessoas físicas que investem financeiramente em startups). "O mais importante é que a rodada subsequente [de investimento] vai poder ser feita nesse mesmo fundo", afirmou Ramundo.

Também presente ao evento sobre IoT, a diretora para a área de Empresas do BNDES, Claudia Prates, afirmou que não há escassez de empresas interessadas nesse tipo de recurso: "Não faltam projetos, o que falta é visibilidade", reconheceu a executiva. 

Segundo Ramundo, o BNDES vai adaptar linhas de financiamento já existentes para financiar a difusão de tecnologias de Internet das Coisas. O executivo lembrou que o banco conta com R$ 600 milhões, distribuídos por 15 fundos, para investimento em venture capital (capital de risco). Uma vez atingida uma determinada escala empresarial e desenvolvida a tecnologia, o BNDES pode disponibilizar montantes muito maiores como forma de difundir a inovação produzida pela startup.

"Temos todos os bilhões do BNDES para fazer a difusão", ressaltou o superintendente. O banco de fomento é o maior investidor institucional em venture capital (capital de risco) do país. 

Até 31 de agosto, o BNDES receberá propostas de projetos-piloto na área de IoT dentro dos segmentos de saúde, cidades inteligentes e rural (agronegócio). Futuramente, será realizada uma chamada específica para o setor industrial, com foco na modernização das  fábricas. O banco destinou cerca de R$ 20 milhões em fundos não reembolsáveis para financiar até 50% de cada projeto-piloto.

Ramundo salientou a importância de o país adotar uma política de longo prazo para o desenvolvimento de produtos e serviços relacionados à Internet das Coisas. Estudo do McKinsey Global Institute estimou que o impacto anual das tecnologias de IoT sobre a economia brasileira pode atingir a casa de US$ 200 bilhões em 2025. 

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