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30/05/2018 | Economia cresce 0,4% no primeiro trimestre de 2018, puxada por agropecuária - O Globo

Puxada pela agropecuária, a economia brasileira cresceu 0,4% no primeiro trimestre de 2018, na comparação com o quarto trimestre de 2017, informou o IBGE nesta quarta-feira. É o quinto resultado positivo frente ao trimestre anterior após oito quedas seguidas. O resultado veio pouco acima do esperado, já que analistas estimavam alta de 0,3%, de acordo com a mediana das projeções compiladas pela Bloomberg. O ritmo de expansão acelerou, pois havia sido de 0,3% no terceiro trimestre do ano passado e 0,2% no quarto trimestre de 2017.

Em relação ao primeiro trimestre de 2017, a alta foi de 1,2%. Foi o quarto resultado positivo consecutivo nesta comparação. Em 12 meses, a atividade acumula expansão de 1,3%. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,6 trilhão.

Com este resultado, a economia brasileira estava, no primeiro trimestre, no mesmo patamar do primeiro semestre de 2011, segundo Claudia Dionisio, gerente de contas nacionais do IBGE. Isso significa o mesmo nível de sete anos atrás.

- Tínhamos crescimento até 2014, depois as taxas passaram para o campo negativo. Atualmente, o ciclo começou a se recuperar, a ter melhora. Mas, como o PIB caiu bastante, é como se retornássemos ao patamar de 2011. Isso pode ser interpretado como se estivéssemos no mesmo patamar de geração de renda do primeiro semestre de 2011. Após várias quedas no PIB, retornamos a um período pré-crise - afirmou Rebecca Palis, coordenadora de contas nacionais do IBGE.

A agropecuária avançou 1,4% no primeiro trimestre, que traz os resultados de janeiro, fevereiro e março, e foi a principal influência para o desempenho do PIB pelo lado da oferta. O setor é um dos mais afetados pela greve dos caminhoneiros, mas o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) não contempla o período da greve, que já dura dez dias. Já indústria e serviços tiveram alta de 0,1% no primeiro trimestre, segundo o IBGE.

Pelo lado da demanda, investimentos e consumo das famílias foram os destaques. A Formação Bruta de Capital Fixo, que mede o nível de investimentos, cresceu 0,6% - quarta taxa positiva seguida - e o consumo das famílias teve alta de 0,5% - a quinta consecutiva. Já o consumo do governo caiu 0,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior. No setor externo, as exportações de bens e serviços tiveram expansão de 1,3%, enquanto as importações cresceram 2,5% em relação ao quarto trimestre de 2017. O setor externo vem contribuindo negativamente para o PIB, nesta comparação, há três trimestres.

Esse crescimento de 1,4% da agropecuária foi a primeira alta após três trimestres seguidos de queda. Já o resultado geral da indústria é o terceiro seguido positivo, sendo que a indústria extrativa voltou a crescer, depois de um trimestre de queda, e a indústria de transformação caiu, 0,4%, depois de quatro trimestres de alta. A construção também voltou a cair, 0,6%, depois de dois resultados positivos. O resultado geral dos serviços (0,1%) é o quinto positivo, sendo que o comércio, ao crescer 0,2%, teve o quinto resultado positivo. Os serviços financeiros, que incluem os bancos, caíram pelo segundo trimestre seguido.

Investimento volta a crescer

A taxa de investimento voltou a crescer. Ficou em 16% no primeiro trimestre, frente aos 15,5% registrados em igual trimestre do ano passado. Já a taxa de poupança registrou a segunda alta seguida. Ficou em 16,3%. No primeiro trimestre do ano passado havia sido de 15,8%.

Greve dos caminhoneiros afeta confiança

A greve dos caminhoneiros abalou a confiança no governo e colocou uma pá de cal sobre as previsões para o PIB fechado de 2018. Há um ano, havia aposta de expansão de até 4% para a atividade em 2018. Hoje, estão entre 1,8% e 2,5%, e podem ocorrer novas revisões, para baixo, durante esta quarta. O Boletim Focus mais recente do Banco Central, também reduziu a projeção do PIB pela quarta semana seguida, na sexta-feira, de 2,50% para 2,37%.

 

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