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30/04/2018 | Petroleiros desafiam Justiça do Trabalho e iniciam greve em refinarias – O Estado de S.Paulo

 A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou, via redes sociais, que a greve da categoria começou nos primeiros minutos desta quarta-feira, 30, apesar de o Tribunal Superior do Trabalho (TST) ter considerado o movimento ilegal na véspera. "Não vamos arregar para a Justiça do Trabalho", disse o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, em vídeo distribuído pela entidade. "A greve está mantida."

 

Comunicado da FUP publicado pouco depois da 1h relata que os funcionários "não entraram para trabalhar" em oito refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pernambuco. Também há paralisação, segundo a entidade, nos terminais de Suape (PE) e Paranaguá (PR). O Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) confirmou a paralisação dos funcionários em três das principais refinarias da Petrobras em São Paulo.

 

Os petroleiros decidiram parar as atividades por 72 horas em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros e para pedir a destituição de Pedro Parente do comando da estatal, entre outras reivindicações. Na Refinaria de Paulínia (Replan), em razão da greve decretada pela categoria, não houve trocas de turno às 23h30 de terça e às 7h15 desta quarta-feira, 30. Com isso, os funcionários que entraram às 15h30 de terça-feira, 29, continuam trabalhando para manter a unidade em operação.

 

O sindicato informou que negocia a substituição desses trabalhadores. Apesar da paralisação, os caminhões que transportam combustível e gás estão conseguindo se abastecer na refinaria mesmo sem escolta, o que não acontecia desde o início da greve dos caminhoneiros, há dez dias.

 

O TST tomou a decisão de declarar ilegal a greve por causa de sua "natureza político-ideológica". O tribunal estipulou multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento da ordem.

 

Em São José dos Campos, os petroleiros se concentraram em frente à portaria da Refinaria Henrique Lage (Revap) e, após uma assembleia, cruzaram os braços. Conforme o Sindipetro, um percentual mínimo de funcionários continuam trabalhando para manter a refinaria em operação, por razões de segurança. A Revap produz, além de gasolina e diesel, querosene de aviação.

 

Na Baixada Santista, a greve afeta a Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, as plataformas da Bacia de Santos, os terminais da Alemoa e de Pilões e o prédio administrativo da Petrobras em Santos, segundo o Sindipetro. Embora a greve dos caminhoneiros tenha perdido força, soldados do Exército e fuzileiros navais mantém o patrulhamento na área do Porto de Santos. Ainda há pequenos grupos de caminhoneiros nos acessos.

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