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25/05/2018 | Sem reformas, crescimento do Brasil é ‘pouco inspirador’, diz FMI - O Globo

 O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou, nesta sexta-feira, que o crescimento futuro do Brasil pode ser decepcionante sem novas reformas econômicas e melhoria da situação fiscal e da dívida do país. Em sua revisão anual da situação do país - o chamado Capítulo IV, que a instituição faz a todos os países associados -, o fundo alerta que há problemas macroeconômicos no país.

 

“Uma ligeira recuperação está em andamento, respaldada por políticas monetárias e fiscais acomodatícias. Contudo, o hiato do produto é grande, a dívida pública é elevada e crescente e, mais importante, sem reformas adicionais, as perspectivas de crescimento no médio prazo são pouco inspiradoras. No contexto do aperto das condições financeiras globais, colocar o Brasil em uma trajetória de crescimento forte, equilibrado e sustentável exige determinação na consolidação fiscal, reformas estruturais ambiciosas e o fortalecimento da arquitetura do setor financeiro. Isso exigirá uma forte liderança e determinação”, afirmou o documento, publicado na manhã desta sexta-feira, em Washington.

O texto afirma que medidas como a criação do teto dos gastos e a reforma trabalhista e de crédito são positivas, mas que é necessário avançar mais. O documento do Fundo ainda lembra que o momento é de aproveitar a baixa inflação para avançar.

 

“A política monetária deve permanecer acomodatícia para facilitar uma recuperação duradoura, enquanto a consolidação fiscal dever ser acelerada. A taxa de câmbio deve permanecer flexível para absorver choques externos”, afirmou o fundo.

 

O fundo reforça a previsão de que o crescimento do PIB brasileiro vai de 1% em 2017 para cerca de 2% em 2018, impulsionado pelo consumo e investimento privados. Há também a avaliação que o set r financeiro tem se mostrado resiliente” e que o país ainda tem reservas externas substanciais, de US$ 370 bilhões e que o país não está tão vulnerável à instabilidade externa, que afetou afetou a Argentina, por exemplo.

 

“A dívida pública é predominantemente denominada em reais, e as necessidades de rolagem externa das dívidas pública e privada são baixas, em torno de 8% do PIB por ano. Esses fatores, combinados com uma taxa de câmbio flexível, reforçam a resiliência do Brasil a choques externos”.

 

 

Mas o fundo também alerta que “Os custos sociais da crise foram graves”: “Após cair durante anos, a desigualdade e a pobreza aumentaram durante a crise. O desemprego caiu em relação ao seu nível mais alto, mas ainda está acima de 12%mesmo com o elevado número de pessoas desalentadas. As taxas de desemprego são muito mais altas entre os jovens, as mulheres e afrodescendentes. Como a recuperação do emprego formal é lenta, muitos estão buscando empregos informais ou trabalho autônomo, sem a devida proteção social”, disse ele.

 

Assim, o Fundo concluiu que a recuperação econômica ainda apresenta riscos:

 

“Os riscos de deterioração prevalecem. A recuperação ainda é frágil e os choques podem pressionar o crescimento. Caso não se consiga avançar rapidamente com a consolidação fiscal nem aprovar reformas urgentes, a confiança poderia ser prejudicada, o que causaria um súbito aperto das condições financeiras e, consequentemente, uma contração do crescimento. O fracasso de mais uma tentativa de aprovar uma reforma previdenciária sólida, fundamental para garantir a sustentabilidade fiscal, continua a ser um risco importante”, afirmou o Fundo, que voltou a defender a reforma da Previdência.

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