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24/05/2018 | País sobe, mas segue entre os últimos em competitividade - Valor Econômico

Pela primeira vez desde 2010, a economia brasileira melhorou no ranking global de competitividade do International Institute for Management Development (IMD), de Lausanne, na Suíça: subiu uma colocação no último ano. O país agora ocupa a 60ª posição entre 63, melhor apenas do que Croácia, Mongólia e Venezuela, com base em 258 indicadores analisados. No levantamento divulgado em 2017, o Brasil só ganhava da Mongólia e da Venezuela. O país ainda está 22 posições atrás da performance que tinha em 2010 (38º lugar).

José Caballero, um dos autores do relatório, reitera que "não é tudo negativo". O Brasil melhorou também no combate à corrupção, ganhando três posições (agora está em 59º), refletindo a evolução da operação Lava-Jato. Mas ainda é o quinto país mais percebido como corrupto.

A melhor colocação do Brasil é na atração de investimentos estrangeiros: é o 23º colocado. "A visão de curto prazo do empresariado é positiva sobre a resistência da economia brasileira, de que o país está tentando melhorar", nota Caballero.

Altos executivos apontaram como principal fator de atratividade do Brasil o dinamismo da economia (73,3% das opiniões) e só 2,3% citam a competência do governo, o último lugar entre os itens propostos. Foram consultados executivos com mais de um ano de atividade no país. A título de comparação, no entanto, apenas 5,5% dos executivos com atividade nos Estados Unidos - país mais competitivo do mundo - consideraram a competência de Trump um fator de atração.

Na Venezuela, Maduro recebe nota zero, a exemplo dos governos de Polônia e Chipre. Já os governantes na China e no Oriente Médio têm entre 30% e 50% de aprovação.

O relatório dá a 57ª colocação ao Brasil em termos de decisões do governo serem realmente implementadas, 56ª para a "adaptabilidade" de políticas governamentais e 61ª para o peso da burocracia.

Também coloca o país na pior posição (63ª) em termos de finanças públicas, incluindo como gasta o dinheiro do contribuinte. Atribui a terceira pior classificação (61ª) ao país nos indicadores de quadro institucional e de legislação para os negócios.

"Uma razão de preocupar é o indicador de justiça, que tem a ver com a percepção de parcialidade no país", diz Caballero em referência ao indicador que deixou o Brasil na 50ª colocação.

O Brasil continua entre os piores na comparação internacional em termos de violência (59º), segurança pessoal e direitos de propriedade privada (59ºe coesão social (55º). A educação primária e secundária caiu na comparação com o ano passado. A fuga de cérebros, porém, diminui ligeiramente.

Para Caballerro, não é só o Brasil, mas toda a América Latina, que continua focando muito no curto prazo na busca de crescimento econômico sem melhorar outros aspectos, como efetiva melhora das instituições, e o resultado é o declínio da competividade. "Questões de corrupção, desigualdade social e transparência deveriam ser uma evidência depois da história da região", diz.

Arturo Bris, diretor do IMD World Competitiveness Center, observa que uma economia pode, por exemplo, construir sua estratégia de competitividade em torno de aspectos particulares como infraestrutura tangível e intangível, ou através de sua eficiência governamental.

Os EUA, líderes do ranking geral, por exemplo, reforçaram seu desempenho econômico e seus planos de infraestrutura. Hong Kong (2º colocado) explora a eficiência governamental e dos negócios; Holanda (4ª) e Suíça (5ª) têm uma mistura equilibrada de ação do governo, educação, gestão social e investimentos fortes em pesquisa e desenvolvimento.

 

 

 

 

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